Namoro pública

ESCRITURA PÚBLICA DE DECLARAÇÃO DE VONTADE E OUTRAS AVENÇAS Aos ___ (____) de _____ de 2017 (dois mil e dezessete), nesta Cidade e Capital do Estado de São Paulo, neste __º Tabelionato, perante mim escrevente ... do namoro, ou seja, todos e quaisquer bens móveis ou imóveis, direitos e rendimentos, adquiridos por qualquer dos Declarantes ... Beatriz Olivon (Valor, 22/07/2020) informa: advogados de família relatam aumento na procura por contratos de namoro durante a pandemia. Muitos casais que não têm a intenção de formar uma família, mas decidiram passar o isolamento social juntos, buscam documentar a relação para evitar problemas. Com a medida, é possível afastar a união estável e discussões… Primeiramente, cabe-me advertir que a escritura pública de namoro deve ser considerada num patamar preliminar, sem afetar a relação patrimonial, ainda que sob os efeitos do regime da separação de bens. Não estende a ela uma relação de união estável duradoura e permanente, mas um estágio inicial. Se, permitir, mandar-lhe-ei o que ... - ̗̀Bem-Vindos à Namoro!,,·₊ ... ⭞ ᵎ⌇Proibido a exposição de membros em forma pública, seja por prints, fotos ou afins. Ridicularizar, expor ou ironizar publicações criadas por outros membros também é considerado exposição. Com o advento da lei 9.278/96, que reconheceu como entidade familiar a convivência, pública e contínua, de um homem e uma mulher, estabelecida com objetivo de constituição de família, retirando o tempo de convivência para a sua configuração, surgiu uma nova modalidade de contrato: o contrato de namoro. Fórum Brasileiro de Segurança Pública). Por esse motivo, a cartilha foi pensada para orientar namoradas ou crushs em situação de risco, mas as dicas servem para qualquer pessoa, de qualquer idade! E a tecnologia também pode ser uma amiga e ajudar a esclarecer dúvidas sobre relaciona-mentos abusivos. contratos de namoro, namoro qualificado e uniÃo estÁvel Júlio César Ballerini Silva Muitos de meus alunos já ouviram minha expressão no sentido de que o mundo seria um lugar perigoso para se viver e isso se lança diante do enorme risco de judicialização de tudo na sociedade moderna – o risco de alguém ser processado é enorme. CASTRO, Ricardo José de Souza Castro. Violência no namoro entre adolescentes da cidade do Recife: Em busca de sentidos. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) - Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães, Fundação Oswaldo Cruz, Recife, 2009. RESUMO A violência nas relações de namoro entre adolescentes vem despertando interesse O contrato de namoro é um documento, registrado no tabelião de notas como escritura pública, sendo uma forma de proteger o patrimônio do casal, para que comprove a relação que as partes possuem, não abrangendo possibilidade alguma de futuramente solicitarem separação de bens, pensão, herança ou qualquer outro direito que a união ... Consultor Jurídico - Artigos, 24/8/2020 - Danielle Santos: Sobre namoro e união estável

Como conseguir grana?

2020.08.14 01:09 tali720 Como conseguir grana?

Bom, eu trabalho atualmente. Sou temporária pra Adm pública (contrato até fim do ano que vem) e ganho na faixa de 2300.
Moro na casa de minha mãe, que é muito raivosa, e com uma irmã com problemas mentais e tendências agressivas. Além disso, tenho uma filha então tenho necessidade de sair daqui urgente pois isso tem feito mal a ela
Quando não tô trabalhando, cuidando da casa ou de minha filha, tô 100% do tempo estudando. Eu não saio mais de casa, mal vejo meu namorado, pois quero mto passar em um concurso que pague bem e que me permita sair daqui.
Mas será que tem a possibilidade de algum site ou algo assim que ofereça dinheiro em troca de serviços? Sou da área administrativa, mas sei programação tbm.. eu posso ver se reduzo minhas horas de sono pra que eu possa fazer essa atividade
Odeio cozinhar então não quero vender bolo ou similar.. alguém tem alguma sugestão?
Obs: com o que eu ganho não dá pra eu sair daqui pois tenho gastos altos com minha filha tipo escola etc então sobra pouco. Além disso tem a possibilidade de fim do ano que vem eu tar desempregada por isso tô juntando o que sobra.
Obs 2: eu ajudo bastante financeiramente na casa tbm por isso sobra menos ainda
Obs 3: eu namoro só tem poucos meses então n posso pensar em morar junto por agora
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2020.07.30 22:26 Tecnology14 Parece que minha vida está ruindo

Olá pessoal, tudo bem com vocês?
Minha história é longa e complexa, então vou dividi-la em sete partes.
Para começar, minha família, principalmente minha mãe, são um tanto abusivos, porém nunca percebi isso, pois antes de fazer meus 20 nunca tive contato com o mundo externo. Pois é, eu estudei em escola pública, me relacionei com outras pessoas, mas nunca fui incentivado a correr atrás das coisas, e nunca tive uma demonstração de confiança da minha família dizendo que poderia contar com eles. Minha mãe sempre conduzia conversas desconfortáveis querendo saber tudo sobre minha vida, e aconselhando, de uma maneira que não me deixava confortável, sobre o que fazer, porque meu pai era passivo. Pelo meu pai ser passivo, ela ficava muito frustrada e transferia essa frustração para a gente. Quando questionada, ela inventava justificativas sem pé nem cabeça para o que fazia. Tive algumas brigas com ela, e muitos desacertos. Ela me bateu por conta de guarda roupa bagunçado, porque ela vigiava meu guarda roupa. Me proibiu de certas coisas por conta do meu desenvolvimento, e acabou que me tornei um rapaz medroso, tímido, com desenvolvimento atrasado. Vida sexual? Iniciei com 20 anos apenas. Vida amorosa, só agora aos 23. A igreja logo se tornou um fardo, pois a gente ia, mas tínhamos que nos comportar da maneira que ela dizia que era o ideal. Aprendi a tocar violão, virou um prazer, mas a igreja também é abusiva, logo se tornou um desprazer que eu saí, que logo depois disso, as cobranças para voltar começaram em casa também. Minha irmã sempre apoiou o que ela dizia incondicionalmente. As fofocas dela contra a gente sempre existiram, do tipo, se contassemos algo para ela, ela saia espalhando por aí, ao ponto de humilhar-nos e expor nossas intimidades.
Depois disso, vi uma pontinha do mundo exterior, quando comecei a me abrir para ele. Fiz amigos, conheci pessoas, me forcei a falar com pessoas, porque eu sou do tipo que não puxava assunto, mas ainda era socialmente inepto como sou. O controle da minha mãe dura até hoje. Conheci uma pessoa com o qual quase tive um relacionamento que achava o meu relacionamento com a minha mãe algo totalmente fora do comum, porque eu não ia nos lugares que eu tinha vontade por medo da minha mãe proibir, por medo dela achar ruim. Percebi que eu cresci com medo, e por conta disso essa pessoa foi embora da minha vida. Conheci um dos meus melhores amigos, e até hoje ele me fala isso, pois vivenciou situação parecida. Talvez eu tenha perdido grandes acontecimentos na minha vida por medo. Mas isso mudou...
Conheci uma pessoa maravilhosa, com quem eu namoro hoje em dia. Abracei um pouco a mudança e sai da minha zona de conforto. Pela primeira vez me arrisquei a não ligar para o que falavam comigo ou do que iriam pensar. Vivo momento incríveis com ela e sei que é o tipo de pessoa que tenho que manter por perto por toda a vida. Mas tenho que inserir aqui uma comparação: se as discussões, brigas, repreensões, abusos haviam comigo, se tornaram piores depois que comecei a namora-la, ela já quase desistiu de namorar comigo por conta da marcação da minha mãe e minha irmã. As coisas foram melhorando um pouco em relação a ela, mas minha mãe continuava pegando no pé, e como ela bebia, as coisas eram ainda mais piores. Bêbados são uma merda e falam coisas sem pensar.
Minha mãe virou uma pessoa insuportável depois que começou a beber, falava coisas e não tinha filtro. Afirmava coisas das outras pessoas que ela nem sequer sabia sobre. Meu pai não aguentou, e foi ficando cada vez mais distante até que um certo dia, no primeiro dia que comecei em um novo emprego, ele saiu de casa e não quer mais saber da minha mãe. A vida pra ele melhorou muito, mas essa separação colocou os holofotes todos em mim. Uma vez que ele saiu de casa, minha irmã saiu também para prestar residência médica.
Depois que meu pai saiu de casa, minha mãe começou a ir na igreja novamente e parar de beber. Mas eis a questão, minha mãe já era uma pessoa insuportável antes de beber, e agora que eu namorava, toda semana eu tinha que ouvir falar mal da minha namorada e foram episódios que cada vez mais foram se intensificando. E eu era julgado por querer passar mais tempo com ela. As coisas ficaram ruins de novo a ponto do meu relacionamento quase ruir, de ela querer controlar até quais dias da semana eu passava com ela e falar mal dela na minha cara. Já não bastava quando eu estava presente.
Nessa terça não aguentei. Já estava muito chateado com toda essa situação e minha namorada a ponto de terminar. Foi só minha mãe vir falar comigo de novo, que daí eu estourei. Falei tudo que estava sentindo, porém foi violento e foi uma cena terrível de ser vista e vivida. E a casa enxurrada de palavras no rosto da minha mãe descia uma cascata de lágrimas. Eu estava com muita raiva no momento. No final de tudo, ela se vitimizou, perguntando porque eu estava fazendo aquilo com ela, me chamou de cobra e me mandou sumir ou ela sumia. Fui deitar naquela noite totalmente entorpecido, quando ela teve um surto psicótico de regredir ao momento que eu nasci. Esse surto durou uma hora, mas foi o suficiente. A nora de quem ela tanto falava mal foi a primeira a chegar para me ajudar.
Ela acordou no outro dia péssima, e não quer mais falar comigo. Eu disse tudo que precisava dizer, mas me enchi de culpa e de remorço das coisas que eu precisava dizer. Minha vida com ela está ruindo e acredito que as coisas possam não voltar ao normal, e acredito que não há lado positivo nessa situação difícil.
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2020.07.29 01:02 heartlessncold Problemas familiares

Desde que eu me entendo por gente, minha mãe sempre me cobrou que eu agisse da forma como ela bem entendesse e, quando isso não acontecia, ela me manipulava/reprimia ou até mesmo me tirava coisas básicas (tipo aqueles pais que não te deixam jantar porque brigaram com você).
Quando fui crescendo, fui percebendo certos sinais disso e comecei a mentir para me livrar de certas exigências dela. Eu não podia, mesmo indo e voltando sozinha da escola (que era no centro do rio de janeiro) sair com as minhas amigas, ter um namorado e nem nada disso até os meus 18 anos. Mentia para conseguir sair, mentia para conseguir namorar e tudo isso (e sim, sei que isso é errado, mas era o jeito que eu encontrava na época).
O período maior de privações que ela me fazia passar em relação a vida social e amorosa só afrouxou quando eu fiz 18 e entrei pra faculdade. Mas, ainda assim, ela tenta me manter sob o controle dela das formas mais manipuladoras possíveis - recentemente até admitiu que fez de tudo pra eu terminar um namoro que tive em 2018.
Bom, agora eu estou namorando outra pessoa, que é totalmente livre e tem uma ótima relação comigo e com as pessoas ao seu redor. Porém, quando essa pessoa está perto dos meus pais, eles fazem questão de que a conversa envolva apenas eles e meu namorado, me excluindo totalmente de algo que eu deveria participar. Isso me deixa triste e, acima de tudo, incomodada porque, na verdade, o namorado é meu.
Pois bem. Esse fim de semana meus pais viajaram e voltaram domingo à tarde e meu namorado estava aqui (eles sabiam disso). Dessa vez, eles não conversaram muito com ele porque foram fazer as coisas deles e eu pensei "ah, tudo bem, eles devem ter percebido que não é pra ficar alugando o cara enquanto ele tá aqui claramente por causa de mim".
Nada disso.
Ontem eles começaram uma briga horrível comigo, me xingando e dizendo que eu sou uma filha da puta incapaz, arrogante de merda e que eles esperam que eu me foda muito pra perceber que nem eles próprios estarão ali por mim. Inclusive, falam que eu nunca consegui nada sozinha, que foi tudo eles que me deram (isso porque eles são professores e eu sou estudante de direito - ou seja, são áreas totalmente diferentes e que eles nunca sequer entraram em contato. Além disso, eu estudei a vida toda em instituições públicas, elaborei meus projetos e fiz minhas coisas sempre sozinha). Desde ontem, sinto vontade de sumir dessa casa mas, infelizmente, não tenho recursos financeiros pra isso - até porque, eles deixam bem claro que vão virar as costas pra mim se eu sair de casa.
Já tentei conversar, mostrar meu ponto de vista, buscar um ponto comum mas, sempre que isso acontece, eles me mandam calar a boca e todos os xingamentos retornam. Não sei mais o que fazer. Não consigo atendimento psicológico e estar 4 meses em casa com eles só piora tudo. Sinto saudades da vida normal justamente porque não precisava aturar esse tipo de coisa o dia inteiro.
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2020.07.20 20:04 choco-menta Desilusão amorosa, primeira e única

Olá Lucas, gatas, editores e turma/chat que está a ver. Essa é a história de como o amor me fez de trouxa pela primeira e, até agora, única vez.
Obs.: Todos os nomes que eu cito na história já foram censurados.
O começo dessa história data de junho de 2011. Era o dia da festa junina do meu colégio e eu ainda estava no terceiro ano do fundamental. Os alunos do primeiro até o quinto ano eram convidados a participar das apresentações de quadrilha a troco de um pequeno bônus na nota e uma boa humilhação pública. Para aquele ano, nossa turma ia apresentar aquela clássica performance do casamento e, pra não ser injusta com nenhum par, todos nós que resolvemos participar íamos nos casar. Sendo assim todas as meninas estavam vestidas à caráter, como pequenas noivas — eu inclusa. — e os meninos com um traje estereotipado caipira: calça jeans, camisa xadrez e chapéu de palha.
Antes dos ensaios eu nunca tinha tido muito contato com o meu "noivo", vou chama-lo de João, e o conhecia apenas de vista. No entanto, a dança nos aproximou e ficamos bastante amigos. No final das aulas, enquanto esperávamos que nossos pais fossem nos buscar tínhamos conversas até que produtivas para crianças de apenas oito anos.
Ele foi o primeiro menino que eu cheguei a considerar meu amigo e não demorou muito para que minhas irmãs fanfiqueiras enchessem o meu saco dizendo que aquilo era mais que uma amizade. Se não fosse por elas, minha cabecinha inocente não teria visto nada de errado em casar com o garoto por um dia apenas, mas após as insinuações delas eu passei a enxergar o que tínhamos por outro ângulo e não gostei muito do que vi.
Meu pai sempre foi do tipo protetor, daqueles que diz que namoro é coisa para depois da faculdade e na época eu fiquei apavorada pensando que estava o desobocendo só por ser gentil com o garoto. Foi aí e por conta disso que me decidi: após o casamento, eu ia querer o divórcio.
Na noite da festa eu me concentrei em me divertir e na dança. Mas, mesmo me divertindo à beça, eu ainda sentia que estava fazendo algo de errado e segui firme naquela ideia.
Ficamos cinco anos sem nos falar. O fato de que nunca mais caímos na mesma turma ajudou. Também não tínhamos um amigo sequer em comum. Na real, um dos amigos dele era o Miguel, um menino que praticava bullying comigo e com praticamente a escola inteira. Na época eu considerava bullying porque ele dizia em forma pejorativa, mas hoje em dia se me chamarem de "Lady Gaga" de novo eu irei aceitar como elogio. E não precisa cancelar ele, o Miguel é importante para a história e só estava por um período de auto-aceitação (na verdade ele é little monster).
Além disso, muita coisa mudou em cinco anos. Em 2012, por exemplo, foi o fim do meu mundo. Não que seja importante pra história, mas ninguém morreu, além do amor entre o meu pai e a minha mãe.
Indo para 2015, eu e Miguel fomos colocados na mesma turma. Eu pensava que seria um inferno, mas o excesso de convivência — seis horas por dia, cinco dias da semana. — fez com que virássemos amigos. E, sendo amigos, eu passei a andar com os amigos dele e ele com os meus.
E dentre os amigos dele estava o João, meu ex-marido. E, com quatorze anos, o tempo foi esclarencendo para mim o que eu sentia por ele. Tivemos conversas ainda mais interessantes, trocávamos indicações de livros, séries e músicas. Ficava cada vez mais claro para mim que aquela era uma amizade que eu não iria querer desperdiçar ao fazer a burrada de me declarar. Na minha cabeça, fazia muito sentido que eu deixasse tudo como estava: e se ele não sentisse o mesmo? E se não durar? Meu pai nunca que iria deixar mesmo.
No Ensino Médio, cada um seguiu seu caminho e foi para uma escola diferente. Em estados diferentes, inclusive. Mas, no fundo, eu acho que sempre haverá uma parte de mim esperando pelo universo fazer uma forcinha e nos coloquar frente à frente mais uma vez, ainda que para trocar mais indicações de cantores e seriados. E depois da faculdade, de preferência.
Soquinho no cotovelo e <3
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2020.07.16 16:29 fobygrassman ESPOSAS INSATISFEITAS SÃO MELHORES QUE GAROTAS DE PROGRAMA

ESPOSAS INSATISFEITAS SÃO MELHORES QUE GAROTAS DE PROGRAMA
Esposas infiéis são mais duradouras, limpas e autênticas do que garotas de programa
Esqueça garotas de programa transando nunca foi tão fácil! De uma dona de casa traidora real.
As mulheres casadas NÃO estão procurando relacionamentos, elas já estão nelas, estão procurando parceiros discretos e divertidos para reacender e explorar sua sexualidade.
As garotas de programa estão sempre procurando extrair mais dinheiro de você. Você nunca sabe com quem eles acabaram de fazer sexo e isso torna impossível também fazer sexo apaixonado com eles.
Quantas vezes você ficou com tesão e decidiu pedir uma garota de programa? Então, depois de ter um encontro decepcionante, lamento totalmente gastar tanto em ganhar pouco!
Sempre que você liga para uma garota de programa, está jogando. Jogando com sua saúde e com sua experiência.
Ela será parecida com as fotos dela?
A mesma garota das fotos vai aparecer?
Ela será anti-higiênica?
Ela será hostil?
Ela vai tratá-lo com um mau atendimento ao cliente?
Eu sei o que você está pensando,Eu sei o que você está pensando,
MAS AS MENINAS DE CHAMADA SÃO MUITO MAIS SIMPLES!
Não é verdade!
Sim, uma garota de programa fica a apenas uma ligação, mas toda vez que você a vê, paga. Você paga com dinheiro suado. Pense em quanto tempo você precisa trabalhar para pagar por uma garota de programa.
10 horas?
20 horas?
Portanto, nenhuma garota de programa não está a um telefonema de distância, elas têm +10 horas de trabalho E uma ligação de distância.
Além disso, as garotas de programa não se importam com você ou precisam de você.
Depois de conhecer uma esposa realmente insatisfeita e dar a ela a atenção que lhe falta, você experimentará a diferença entre uma garota de programa e uma mulher de verdade.
Esposas insatisfeitas são gratas por encontrar um homem que possa agradá-las!
As esposas infiéis têm todos os benefícios e nenhum dos problemas das garotas de programa:
Conhecer as preferências sexuais do seu parceiro = melhores experiências sexuais
O envio de mensagens maliciosas acelera sua semana de trabalho;)
Verdadeira paixão e emoção de ambos os parceiros!
Limpo, Seguro e Legal.
Não constantemente tentando manipular você.
A verdade é que as mulheres ficam excitadas quando estão se escondendo e tendo encontros secretos. Esposas insatisfeitas querem ser suas garotas de programa pessoais, mas elas precisam de um pouco de incentivo e você precisa incentivá-las de uma maneira elegante e elegante.
Você não pode tratar mal as esposas infiéis da maneira que pode com uma garota de programa, mas elas também não o tratam mal como uma garota de programa. Eles não vão contar o relógio quando estão com você.
Se você acha que encontrar uma mulher casada sozinha é ainda mais difícil, pense novamente.
Você não pode ser um idiota e acha que atrairá uma mulher casada para ser sua garota de programa pessoal.
De fato, existem dicas e truques para encontrar um o mais facilmente possível aqui >>
Siga estas etapas simples e você encontrará uma esposa insatisfeita e fará dela sua garota de programa pessoal em menos de uma semana.
VOCÊ PRECISA SE INSCREVER NO ASHLEY MADISON SE QUER ENCONTRAR MULHERES INFELIDAS
E lembre-se de que você pode repetir essas etapas e encontrar uma nova esposa traidora sempre que quiser!
  1. Tire uma boa foto de si mesmo. Não precisa incluir seu rosto, pode ser discreto. Muitos perfis em ashley madison não têm fotos de rosto públicas (geralmente em sua galeria de fotos particular). Esta imagem pode ser do seu corpo ou você de fato bem ajustado (sem o rosto).
  2. Escolha um nome de usuário atraente! Esta é a primeira coisa que as mulheres veem depois da sua foto. Escolha algo descritivo ou divertido.
  3. Destaque sua necessidade de discrição. Isso aliviará as preocupações das mulheres sobre sua própria discrição.
  4. Crie uma mensagem de introdução bem pensada que você possa enviar para muitas mulheres.
  5. Torne sua galeria privada irresistível. É aqui que você inclui suas melhores fotos.
  6. Configure uma data discreta!
Traindo esposas vs garotas de programa Todos nós procuramos garotas de programa no google. Mas existe uma enorme lacuna entre ponderar e pesquisar na web a sua garota de programa mais próxima. Existem vários, mas eles são extremamente estigmatizados - por razões óbvias. Garotas de programa não são para todos, mas o sexo certamente é. Por isso, seria melhor encontrar uma alternativa para garotas de programa. Criamos um substituto para as garotas de programa, para aquelas que estão interessadas em saber como a alternativa funciona. Espero que minha experiência e discernimento possam lhe dar uma ou duas coisas para questionar, e talvez até abrir você para garotas dispostas a dormir com você gratuitamente! Por que você deve procurar alternativas para escoltar serviços? Se você ouvir alguém se gabar de uma escolta, precisará sentar esse homem e ter um momento de clareza. Mas deixe esse argumento de lado, posso escrever um romance inteiro para você. Deixe-me começar com algumas dicas. As acompanhantes são desassociadas Não é incomum pagar por sexo, mas é ilegal na maioria dos países e ajuda uma indústria bastante cruel a tirar vantagem de membros da sociedade desprovidos de frustração. Acompanhantes NÃO GOSTAM DE VOCÊ Este é o meu argumento número um por não dormir com acompanhantes. Eles não teriam dormido com você se você não pagasse. Eles não gostam necessariamente do sexo ou querem vê-lo ligado. Geralmente é por isso que gosto de sexo - porque me excita vê-la gostosa e gostosa quando ela olha para mim. Acompanhantes não são higiênicos Os acompanhantes dormiram com toneladas de homens. Pense em quantos homens a garota de programa que você está vendo dormiu naquele DIA! Se você vir uma garota de programa ou uma acompanhante às 20h, provavelmente já dormiu com pelo menos dois homens antes daquele dia. Imagens falsas As acompanhantes raramente aparecem em suas fotos. Você tem sorte se a mesma mulher aparecer. Você pode dizer que isso também pode acontecer em um site de namoro ou em uma sala de bate-papo para adultos, mas eu diria que a probabilidade de ser "pescada" por uma mulher em um site de namoro é menor do que por uma garota de programa. A maioria das acompanhantes encontra-se com suas imagens. Com segurança Eles afirmam ser seguros e testados todos os dias, mas você nunca pode ter certeza. Isso significa que qualquer homem que não seja estúpido usará camisinha 100% das vezes que dorme com uma garota de programa ... e todos sabemos que preservativos não são divertidos.
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2020.07.16 16:28 fobygrassman ENCONTRE MULHERES CASADAS, PORÉM CARENTES ESTA NOITE

ENCONTRE MULHERES CASADAS, PORÉM CARENTES ESTA NOITE Descubra como acessar e conhecer mulheres casadas porém carentes em apenas 10 minutos
Casadas Carentes: As 5 melhores maneiras de conhecer casadas carentes em menos de 2 horas Escrito por uma dona de casa traidora real.
Casadas carentes são mulheres presas em relacionamentos de longo prazo não satisfeitas com o atual companheiro. O marido não a dá a atenção que ela merece, não a faz se sentir sexy, desejada, ou como um dia a fez sentir. Ela carece afeto, tesão, ou mimos. Elas sentem falta destas coisas, e tem desejos de procurar homens que ajudem a satisfazer estas necessidades para ela.
O QUE FAZ UMA MULHER CASADA SER CARENTE?
Há vários fatores que levam ao sentimento de carência de mulheres que conseguiram se manter em relacionamentos por tempos prolongados. Alguns destes fatores são:
• Vida sexual insatisfatória, onde não há tesão ou paixão. O marido não se preocupa com o que a mulher sente, só pensa em si, sem romance, sem preliminares, e sem posições diferentes. Parece um ato que tem como finalidade apenas fazer o marido se satisfazer, depois virar para o lado e dormir. • O homem não parece mais ter tempo para a esposa. Trabalha muito, chega em casa tarde, e está cansado demais para qualquer coisa nova, diferente ou divertida. Arruma tempo para jogar futebol com os amigos no final de semana, vai a bares com os colegas depois do serviço e chega em casa tarde e vai direto para a cama. A mulher não se sente mais importante.
• Não é tratada bem pelo marido. Não é apenas deixada de lado, mas ainda é ofendida por certas atitudes do marido. Ele briga, xinga e a ofende. Não a respeita, como deveria, e ela sente aquela vontade de sentir aquilo que um dia ele ofereceu: carinho e afeto.
• Ela quer novidade. Ela ficou com o mesmo homem por muito tempo, e já sabe tudo que ele faz e vai fazer. Na cama é tudo rotina, o beijo é sempre o mesmo, a cama é sempre a mesma, as personalidades são sempre as mesmas. Ela só quer sentir alguma coisa diferente depois de tantos anos, precisa de algo que a lembre que está viva.
COMO CONHECER CASADAS CARENTES?
Agora que você sabe como casadas carente se sintam, você deve estar se perguntando como conseguir encontrar uma, para a ajudar a satisfazer suas necessidades. Será que há algum lugar onde elas ficam mais concentradas, dispostas a serem abordadas por um estranho? Será que dá para encontrar alguma em algum bar pela cidade, pronta para ser conquistada? Boa sorte, mas isto vai ser difícil desta maneira.
Mulheres nesta situação, mesmo que carentes e com vontade de experimentar coisas novas, ela não quer se colocar em posições comprometedoras ou em risco de ser pega ou descoberta pelo seus maridos. Elas geralmente são mais tímidas, e não teriam tanta coragem, pois são mulheres que geralmente estão em relacionamentos com mais de 5 anos, e está fora do jogo de namoro há muito.
Mas vamos dizer que ela tivesse a coragem de ir na cidade e ir para algum bar, para ver se algum homem a abordasse. Como você distinguiria uma casada carente e uma que simplesmente quer se divertir no bar com as amigas, ou apenas beber. É muito risco para você como um homem abordar uma mulher de aliança.
Existe um local perfeito para encontrar casadas carentes: Ashley Madison. Site reconhecido internacionalmente como melhor ferramenta de traição.
ASHLEY MADISON
O que a Ashley Madison oferece que outras alternativas não oferecem para encontrar casadas carentes? Será que casadas carentes realmente usariam um site deste?
A Ashley Madison é uma gigante no oferecimento de oportunidades para traição. Já reuniu mais de 50 milhões de usuários em todo mundo, um dos sites mais populares do mundo. Isto não é só no mundo, no Brasil também tem uma presença muito grande, chegando a quase 2 milhões de usuários, esperando outros 1 milhão até 2020.
Tem duas coisas que a Ashley Madison oferece que garante a vinda de casadas carentes. Primeiramente é a discrição. Como foi explicado anteriormente, mulheres nesta posição não querem ser colocadas em situações comprometedoras, nem em risco desnecessário. A Ashley Madison tem múltiplas ferramentas inovadoras que oferecem uma discrição garantida como: não precisar confirmar seu e-mail no cadastro, assistente de fotos patenteado que permite borrar fotos públicas, permitindo a visualização de uma galeria privada a apenas pessoas que elas concederem acesso, podendo ser revogado a qualquer momento.
Outra coisa muito atraente a mulheres é o custo para elas. A Ashley Madison concede acesso gratuito às mulheres. Elas tem acesso a toda função do site, sem ter que pagar. É óbvio que isso chamaria a atenção de casadas carentes. Elas não teriam que justificar gastos a seus maridos posteriormente.
DICAS PARA CONHECER CASADAS CARENTES NA ASHLEY MADISON
Segue as seguintes dicas, e você vai se ver encontrando múltiplas mulheres desejando atenção ou outras coisas que você pode oferecer a elas.
  1. Inscreva-se! Uma ferramenta reconhecido pelo mundo todo como forma eficiente de encontrar parceiros para traição. Junte-se a Ashley Madison e tenha acesso a uma multidão de mulheres casadas e carentes.
  2. Navegue pelo site, e por todas as mulheres no site, procurando alguma que te interesse. Veja o perfil dela e inicie uma conversa, de forma adequada, gentil e cavaleira. Não seja agressivo, nem estranho, nem genérico. Deixe claro suas intenções e a dá a atenção que ela carece. Preste atenção no que ela diz e o que ela deseja, e a partir das reações dela, vê como pode prosseguir. Se quiser deixar a conversa mais sexual, tenha moderação. Não comece de forma sexual, vai elevando o calor da conversa de forma gradual, sempre levando em consideração a reação dela.
  3. Monte um perfil decente. Dedique bastante tempo a seu perfil, ele será uma das primeiras impressões dela de você. Quanto mais tempo e atenção der ao seu perfil, maior a chance de casadas carentes se interessarem em você.
Agora que você sabe como encontrar e conhecer mulheres casadas carentes perto de você, entra na Ashley Madison e encontre uma em até 10 minutos!
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2020.07.16 16:26 fobygrassman ENCONTRE COROAS CASADAS HOJE

ENCONTRE COROAS CASADAS HOJE Conheça coroas, MILF's, e Mulheres Maduras brasileiras reais em menos de 2 horas, garantido!
Como Pegar Uma Coroa no Brasil Escrito por uma coroa verdadeira casadas
Quero namorar com uma coroa casada! Como eu namoro com uma coroa? Quais são os melhores sites de namoro de coroas? MILFs e coroas são a mesma coisa?
Não sei dizer quantas vezes já ouvi esta pergunta como especialista em namoro.
Originalmente minha resposta foi simples, pesquise no google sites de namoro de coroas e se compromete com um casal que você goste.
No entanto, há um grande problema com sites de namoro de coroas que afirmam ser focado em torno de mulheres maduras, MILFs, e coroas que estão buscando um homem mais jovem (referido como um "boytoy" ou "filhote".....
Eles não funcionam! E aqui estão 4 razões para isso: Não se preocupe, eu também lhe direi a melhor maneira de garantir um encontro com uma coroa casada ;)
  1. Não há coroas suficientes para dar conta Isto sobre isso, pumas são uma das categorias mais populares de pornografia. Em 2018 foi mostrado que "milf" foi a terceira coisa mais procurada em sites pornográficos. Cada jovem tem uma fantasia de mulher mais velha, mas quantas mulheres mais velhas você acha que estão assistindo a esses vídeos?
  2. A competição é grande! Para cada 1 coroa há 10-20 homens jovens tentando chamar sua atenção. Suas caixas de entrada estão cheias de mensagens não lidas. Minha tia é uma coroa autoproclamada, ela se inscreveu para um site de namoro de coroas uma vez, depois de obter +100 mensagens em seu primeiro dia ela nunca voltou. Então, se você é um cara jovem à procura de uma coroa você vai encontrar alguma competição séria. Pegando sua atenção é quase impossível e mesmo se você conseguir não há nenhuma garantia que ela vai estar interessada.
  3. Coroas não precisam do site Como eu mencionei antes, coroas são muito procuradas. Elas podem gritar pela janela e conseguir uma fila de caras. As coroas são mais propensas a namorar ou dormir com alguém que elas conhecem pessoalmente, elas são da antiga assim. Então, boa sorte competindo com o seu piscineiro, jardineiro, ou filho de amigos enquanto você é apenas um cara da internet
  4. Você precisa estar entre 24-29 para ter uma chance Já existe uma quantidade gigantesca de competição, mas a situação piora. Se você não está entre 24-29 você está em uma desvantagem séria. Uma pesquisa recente de coroas determinou que a idade ideal para um boytoy é 26 anos e a faixa etária média que elas poderiam até mesmo CONSIDERAR está entre 24-29. Há obviamente umas exceções mas são uma porcentagem pequena de um grupo já pequeno.
Disse a verdade sobre sites de encontros de coroas, mas provavelmente ainda está perguntando; OK, eu concordo que os sites de namoro de coroas são um desperdício de tempo, mas o que eu faço em vez disso?
Bem, você está com sorte porque há um pequeno truque muitas vezes negligenciado para aqueles que procuram coroas, sites de infidelidade! Isso mesmo, sites de traição são ótimos para encontrar coroas.
Estão aqui 6 razões porque os sites de traição ganham de sites de coroas para encontrar mulheres maduras:
  1. A grande maioria das mulheres lá são casadas, o que significa que a idade média é de cerca de 37-38 anos, a idade de coroa ideal!
  2. Você está competindo com caras mais velhos Esta é uma vantagem em tantas maneiras. Em primeiro lugar, você vai se destacar de todos os outros caras devido à sua juventude e condicionamento físico. Imagine uma coroa gostosa procurando através de homens perto dela e vendo foto após foto de caras velhos, fora de forma. Homens como seus maridos, que não as satisfazem.... Aí eles vêm através de seu perfil! Você é jovem, você está em forma (especialmente em comparação), e você está confiante. As chances de ela escrever a você é muito maior do que as chances de uma MILF se quer RESPONDER a você em um site de coroa.
  3. Elas não estão à procura de relacionamentos Elas estão em um site de traiçao de casado por isso está muito implícito que elas querem discrição e um relacionamento principalmente sexual. Isto significa que além da primeira ou segunda reunião você é basicamente o seu peguete.
  4. Você pode se destacar com uma foto de perfil! Em sites de traição a maioria dos usuários não tem uma imagem de perfil público de seu rosto. O que é típico é uma foto de corpo como seu retrato público do perfil e então fotos reveladoras em sua galeria privada. Podem compartilhar e revogar o acesso a esta galeria com sua própria discrição com quem quer que elas querem. Entretanto já que você provávelmente solteiro você pode criar um perfil com uma foto pública que inclua sua cara. Isso vai fazer você se destacar 100x vezes mais. As chances são que as mensagens virão antes mesmo de você precisar se apresentar.
  5. Elas etsão solitárias e insatisfeitas com seus maridos. Elas estão em site de infidelidade porque carece atenção de seus maridos. Normalmente, o marido começa a tratá-las como mãe/esposa e já não como um ser sexual. Esta é a sua oportunidade de dizer que elas ainda são sexy e ainda muito desejáveis e acredite que elas precisam/querem ouvir isso desesperadamente.
  6. Elas estão prontas para explorar sexualmente. Estas mulheres estão casadas há anos e o pouco sexo que têm com os seus maridos tornou-se mecânico e "baunilha". Elas estão prontos para apimentar as coisas e são maduras o suficiente para tentar novas experiências sexuais como: BDSM, ménage à trois, dominatrix, etc.
Ok, agora você provavelmente está pensando, "OK, você me convenceu de que os sites de infidelidade são 100x melhores para pegar coroas, mas como eu faço para realmente encontrar uma coroa?" Não se preocupe, siga estas 7 dicas e você vai aumentar drasticamente suas chances de encontrar uma coroa ou MILF em um site de casos.
7 Dicas Para Pegar Coroas Nota: algumas destas dicas são para o uso em sites de traição e algumas são dicas gerais
  1. Mencione a discrição no seu perfil e na sua primeira mensagem. Estas coroas são casados e estão à procura de parceiros casados porque isso garante que ambas as partes serão o mais discreto possível. Assumindo que você não é casado ou comprometido elas vão precisar de segurança de que você é discreto e confiável imediatamente. Considere escrever algo em seu perfil que diz:
"A discreção é muito importante para mim. Eu estou procurando somente parceiras discretas que são mutuamente respeitosas". 2. Mostra que não vai pôr em risco o seu casamento A outra preocupação que as coroas casadas que procuram homens têm é que você homens mais jovens são rápidos para se apaixonar e podem representar uma ameaça ao seu casamento no futuro. Elas não querem estar em uma posição onde você está exigindo que elas se divorciem de seu marido para que ambos possam estar juntos. Elas estão em sites de traição porque elas NÃO querem se divorciar. Assim o que eu recomendo é pôr algo assim no seu perfil e/ou primeira mensagem:
"Não olhando para mudar seu status ou meu, apenas olhando para ver se eu posso encontrar uma boa conexão com limites claramente definidos". 3. Você está disponível! Uma das coisas mais difíceis de se ter um caso é a disponibilidade. Se ambas as partes estão em relacionamentos é muito, muito difícil encontrar um momento em que AMBOS podem fugir de seus cônjuges sem levantar suspeitas. Mesmo quando você concorda sobre um tempo e um lugar, algo pode surgir e um de vocês pode não ser capaz de ir. A boa notícia é que você pode trabalhar em torno de sua programação. Este é um grande bônus então deixe que ela saiba disso! Ela pode nem mesmo perceber o quanto problema programação é se esta é a sua primeira vez traindo. Diga que já que você é solteiro você pode encontrá-la sempre e onde é melhor para ela.
  1. Mostre a ela que você respeita limites. Na verdade, diga a ela que você está ansioso para ouvi-los. Novamente, coroas casadas precisam de discrição e a melhor maneira de ser discreto é estabelecer limites. Pergunte a ela se há alguma regra de discrição que ela precise que você siga. Muitas vezes, são coisas como "não me escreva entre 18h e 23h", "use palavras em código para que se alguém ver as mensagens parecerão inocentes" etc. Tudo isso permite que ela saiba que você está falando sério sobre sua discrição.
  2. Elogie ela! As coroas estão em sites de infidelidade porque seus maridos não as tratam mais como mulheres atraentes e desejáveis. Se elas têm filhos, mesmo que sejam MILFs, é provável que seus maridos as vejam como mães mais do que amantes agora. Elas estão desesperadas por validação que ainda são sensuais e desejáveis e, vindo de um homem mais jovem, isso significa ainda mais!
  3. Acho que você é jovem demais para mim / não é jovem demais para mim? Espere que essa pergunta surja muito. Não se preocupe - este é um bom sinal! Se ela está dizendo / perguntando isso é porque ela está lhe dando a oportunidade de refutar. Se ela realmente se sentisse assim, não responderia a você. Mas agora você está em uma posição crítica; como você responde a isso determinará se você consegue um encontro / relacionamento. Lembre-se de que ela não está falando sério, está testando você. Prepare uma resposta bem pensada a isso com antecedência. Eu acho que este é um bom começo:
“Você realmente se sente assim ;)?” Esta é uma maneira divertida de ir direto ao ponto" "Eu realmente não vejo as coisas dessa maneira. Estou procurando por características como maturidade, confiança, discrição e abertura. Mulheres mais maduras têm mais desses traços e você é incrivelmente sexy." 7. Elas vão pensar que você é imaturo. Imediatamente elas assumirão que você é jovem, excitado e imaturo. Você precisa refutar isso imediatamente. Inicie suas mensagens o mais maduro e profissional possível. Releia suas mensagens e verifique se a ortografia e gramática são 100%. À medida que a conversa continua, você pode se tornar cada vez mais brincalhão, mas a primeira impressão dela precisa ser que você é maduro e inteligente, e não um garoto idiota.
Então aí está, minha opinião extensa e bem pesquisada sobre: Por que sites de coroa não funcionam Onde você pode encontrar coroas REAIS Como você pode maximizar suas chances de entrar em um relacionamento causal com uma coroa Se você leu este artigo e realmente implementar essas dicas, estará dez passos à frente da concorrência e estará no caminho de namorar coroas, MILFs e mulheres maduras.
Ah, e antes que eu esqueça, a pergunta "MILFs e coroas são a mesma coisa?"
A resposta é não. MILF: MILF significa ‘Mãe que eu gostaria de comer’ em inglês. São mulheres com filhos que você acha sexy, só isso.
Coroas (ou cougars em inglês): as coroas são mais velhas, atraentes, mulheres que estão "rondando" explicitamente por homens mais jovens!
O Brasil é um país de trair coroas casadas! Uma em cada dez mulheres casadas encontrou alguém mais de 10 anos mais novo! 8% das mulheres têm encontros casuais com homens muito mais jovens. A maior diferença de idade média entre coroas casadas e amantes é de cinco a dez anos 57% dos homens tiveram um caso com uma coroa casada O estudo constatou que oito por cento das mulheres casadas tiveram um caso com um homem mais jovem Mulheres maduras também são muito atraentes para homens casados. 61% dos homens casados ​​no Brasil têm um caso extraconjugal com uma mulher mais velha. 25% dos homens casados ​​namoraram uma mulher entre cinco e dez anos mais velha. O apetite sexual das mulheres aumenta com a idade, enquanto os homens tendem a atingir o pico em seus vinte e poucos anos. Isso poderia explicar a tendência crescente de coroas casadas em busca de homens. Casados ​​com homens podem ver um declínio escasso no desejo sexual e coroas casadas, eles estão ficando cada vez mais frustrados. Eles agora optam por conhecer um cara que é mais jovem, simplesmente porque sua libido é mais semelhante.
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2020.06.30 20:08 maysaamatos EU SOU A BABACA POR NAMORAR O AMIGO DO MEU EX?

Olá todo mundo que está lendo. Talvez esse texto fique longo, então senta que lá vem história. (Luba, se tiver lendo isso, sou baiana, caso queira fazer algum sotaque) Bom, toda a confusão aconteceu há quase 2 anos, mas ainda assim vale a pena ouvir pq ela é bem interessante. Em novembro de 2018, eu terminei um namoro de alguns poucos meses por conta de vários chifres que levei, os quais eu não tinha total conhecimento na época, apenas desconfiava, e tive a certeza após o término. Esse namoro era tão sem sentido que hoje eu nem considero como namoro, mas sim um rolo mal sucedido. Esse cara, vou chamá-lo de Farls, era super gente boa, carismático, tinha muito em comum comigo em relação a gosto por séries e músicas, e alguns pensamentos tbm. Começamos a nos gostar e a dar uns pegas de vez em quando, até quando a coisa começou a se tornar pública e decidimos namorar. Porém a relação era estranha, ele queria agir como se estivesse solteiro. Adorava sair só com seus amigos, e nunca comigo. Ele dizia que não era tão divertido sair comigo assim como era com seus amigos. Isso pq eu sempre fui mais isolada, sempre preferia estar em casa ou fazer algo a dois, mas ele gostava mesmo era da farra. Todo final de semana a gente discutia feio pq ele simplesmente sumia. Bebia todas e esquecia que tinha namorada, e era aí que rolava as traições da parte dele. Foram quase 2 anos e idas e vindas, e dentre o tempo em que ficávamos separados, continuavamos amigos, e eu ficava com quem eu queria nesse espaço de tempo. Vale lembrar que eu tbm nunca fui uma santa, mas me comprometia com ele e era fiel todas as vezes em que decidiamos nos dar uma nova chance. Essas chances de voltar a namorar duravam pouco tempo. A última durou apenas 3 meses, e foi a pior. Lembro de um dia estar tendo uma crise de ansiedade e ir buscar a ajuda dele, e ele simplesmente me mandou um "Se for pra falar dessas coisas, eu não quero ouvir. Não fala comigo". Então, em novembro de 2018, por decisão dos dois, decidimos dar um ponto final. A gente ainda se falou algumas poucas vezes, e mantivemos uma amizade. Pq eu mantive amizade com ele, você me pergunta? Bom, apesar de tudo eu tinha um sentimento de amizade muito grande por ele, pois em questão de amizade a coisa era massa, mas em namoro... Então, eu o respeitava e respeitava essa amizade. Enfim, em uma festa que teve aqui na minha cidade, um mês após o ponto final, no mês de dezembro de 2018, nos encontramos. Ele super dando sinal de que queria estar comigo na festa (já que era uma festa esperada pelos dois, e havia sido combinado que iríamos juntos), mas eu não queria ficar com ele. Queria apenas curtir junto com minhas amigas, e acabar com a bebida do open bar. A gente se esbarrou algumas vezes, e eu sempre querendo manter ele um pouco afastado, em caso da bebida subir pra cabeça e esquentar outras coisas, e eu ter uma recaída. Eu conhecia todos os amigos dele, e havia um em específico que eu sempre "comi com os olhos". Ele tinha um jeito que me atraía, mas eu nunca iria fazer nada a respeito disso pois ele era amigo do Farls. Vou chamar esse amigo de Santos. A festa foi rolando, todo mundo já tava meio doido das biritas, então, começou a rolar um flerte super tímido com o Santos. O Santos sempre me elogiou, até na mesmo na frente do Farls. Dizia que eu era muito linda, gata demais. Começamos a flertar um com o outro, mas nada demais, pois eu nunca ficaria com um amigo do Farls (Diferente dele, que uma vez ficou com uma garota que na época era minha melhor amiga, em um período em que estávamos separados). Fui até o bar com uma amiga, e vi Farls no balcão. Falei pra minha amiga ir pegar a bebida, e eu ia ficar de longe pra ele não me ver e querer vim falar comigo. Ela foi, mas estava bebinha e nem processou o que eu tinha falo pra ela, e parou bem do lado dele. Ele, ao vê-la, a primeira reação que teve foi me procurar. Começou a olhar ao redor e quando me viu, olhou no fundo dos meus olhos e beijou uma menina que estava ao lado dele. Fiquei put* da vida, pois por qual motivo ele iria querer propositalmente, que eu o visse beijando alguém? Se fosse o caso dele estar beijando alguém, e eu por acaso ver, tudo bem. Eu tava nem aí pra quem ele fosse beijar, mas beija-la na intenção de querer me irritar só mostrou que ele não respeitava a nossa amizade da forma que eu respeitava. Eu tenho vagas lembranças de discutir com ele sobre essa falta de respeito, pois eu tbm estava pra lá de baguedá. Continuei bebendo e dançando normalmente depois disso, até ver o Santos. Eu estava com álcool na mente e pensei: "Vou até lá. Se a gente ficar, bom. Se não, ele nunca vai saber que essa era a minha intenção". Se Farls não tinha respeito pela amizade que tínhamos, eu tbm não teria, então parti pro ataque. Fui até ele, conversamos e um pouco, e antes que eu pudesse ver, a gente estava se beijando. Eu fiquei meio sem reação, mas a coisa fluiu normalmente. Depois desse beijo, tive que ir embora por conta que uma amiga estava subindo nos sofás da área vip, querendo pular para a pista. Depois dessa festa, eu e Santos começamos a conversar, e em questão de 15 dias, ele me pediu em namoro. Disse que não queria perder tempo, e queria aproveitar enquanto eu ainda estava interessada. Esse namoro deu tão certo que hoje estamos juntos há 1 ano e 6 meses, e morando juntos há 2 meses. O que aconteceu com o Farls? Bom, ele ficou putasso da vida, esculhambou o Santos e a mim tbm, rolou até briga (mas isso é assunto para outro texto). Parou de falar com nós dois, e hoje não sei nem por onde ele vive. E aí, sou babaca por ter namorado com o amigo do meu ex?
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2020.06.16 02:41 bellinha20 Como furei o olho da minha amiga e estraguei o relacionamento dela sem querer

Olá, Luba, editores, turma que esta a ver, possível convidado, papelões mortos e vivos. Hoje vou contar uma história digna de novela Malhação. (Todos os nomes aqui são inventados) Tudo começou no ano de 2019, quando um garoto novo entrou na minha turma, Camilo. Como Camilo era "novato", Carla, uma das minhas melhores amigas, com base nisso, começou a conversar com o mesmo, ela é bastante extrovertida e puxa assunto com facilidade (Carla tinha namorado, guarde essa informação). Eu, mais outra amiga minha, a Carmen, estávamos percebendo que Carla tinha começado a se afastar da gente, por conta desse mesmo namorado que ela estava no momento, então tive uma conversa com ela, explicando os motivos de nunca se deixar uma amizade para trás nós relacionamentos, enfim, tudo aquilo que a maioria já sabe, mas ficou por isso mesmo. Algumas semanas depois, Carla deixou escapar para uma menina fofoqueira o @ da Carmen, e isso foi a gota da água, afinal Carla não tinha feito apenas uma mancada dessa, aviam tido várias outras. Algumas semanas depois disso marcamos de nós três dormirem na minha casa, onde tivemos uma DR para colocar as cartas na mesa, acabamos descobrindo que Carla já não sentia a mesma paixão do início do relacionamento pelo seu namorado, e estava com medo de terminar com ele por não querer machuca-lo, resumindo tudo, depois de alguns concelhos meus e da Carmen, Carla terminou com ele dias depois. Enquanto isso, Camilo, estava gostando de uma amiga minha, a Clara, então eles ficaram muito próximos, afinal ele sabe puxar assunto até do CUelho de Nárnia. Carla, o encorajou a falar para Clara que gostava dele, porém, algo de errado aconteceu, que, deu-se a entender que Clara não sentia o mesmo por Camilo, além de desavenças entre os dois que aconteceram dias antes. Eu era bastante próxima de Clara, e Camilo sabendo disso, me pediu pra ver o que tinha acontecido com Clara, então, agi como um cúpido falho que acabou dando errado. Depois de tudo isso acontecer, percebi Carla se jogando pra cima do Camilo, agindo de maneira "fácil" pra cima dele, nesse meio tempo, depois de ouvir comentários relacionados a problemas pessoais de Camilo, comecei a conversar bastante com o mesmo, servindo basicamente como uma terapeuta, então o resultado foi: nós dois aproximamos bastante. Minha amiga Carla nunca foi uma pessoa ruim, mas a coordenadora do colégio chamou Camilo para conversar, visto que já tinha percebido o interesse dela no garoto, dizendo para que ele não se envolver-se com ela, deixando as coisas muito estranhas. Depois de algum tempo conversando com Camilo, começamos a nos gostar e, assim iniciamos o namoro, porém eu não estava ciente de que Carla estava afim de Camilo, pois posso ser muito sonsa em relação as pessoas que estão muito próximas a mim. Carla parou de "se jogar" pra cima do Camilo e as coisas aquietaram por um tempo. Um dia, no recreio, um amigo que Carla e eu temos em comum, deixou escapar, que, Carla só tinha terminado com o namorado dela para ficar com Camilo, deixando o clima pesado, pois ninguém até o momento sequer imaginava isso, então, como se fosse um passe de mágica, muitas coisas começaram a fazer sentido na minha cabeça, como o interesse repentino de Carla em música clássica, cujo o meu namorado também se interessava, além de outros fatores que não me recordo no momento. Porém as coisas acabaram por aí. Minha amiga Carla não sabe que eu estou ciente da situação, pois isso envolve muitas pessoas e pode acabar com as amizades que tenho, e também, fiz isso para manter a amizade de quatro anos que temos. Eu e Camilo dia 23 desse mês vamos completar sete meses de namoro, e estamos bastante felizes. Alguns dos fatos não foram contados aqui por que são situações que não me diz o respeito estar liberando em comunidade pública, afinal não são assuntos pessoais meus. Obrigado e um beijo <3 = 30
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2020.06.06 14:07 aa_clara Sou A Babaca? Por ter "atrapalhado" o relacionamento da minha melhor amiga??

Olá pessoal,tudo bom?? Então,quando eu estava no 4°ano da escola mais ou menos (sempre estudei em escola pública), chegaram duas meninas novas na minha turma,elas vinham de uma escola particular aqui da minha cidade,(vamos chamar elas de Carls e Varls). Bem de cara eu e a Carls já viramos melhores amigas,que faziam TUDO juntas. (E é aí que a história começa a esquentar). Bem,no início do 6°ano, uns 2 anos de amizade, nós nos mudamos de escola, porém entramos em uma outra só q em turmas diferentes. Mais ou menos um pouco antes da metade desse mesmo ano ela conheceu um garoto e logo de cara eles começaram a ficar (achei meio estranho,pq nós nunca falamos sobre isso,e ambas éramos bv,mas ok) E ao decorrer q o tempo passava eu já me sentia mais sozinha,pq ainda fazíamos tudo juntas,ou melhor ela e ele,pq eu só ficava atrás boiando na onda.Do nada ela começou a se enturmar com pessoas muito mais velhas e tals,pq o namorado dela era SUPER popular no nosso colégio. E cada vez mais sozinha,um dia do nada,depois de insistir a Carls me mostra seu braço todo cortado,sendo ela a provocadora de seus próprios cortes,eu fiz de tudo o q eu podia pra tentar pará-la,mas como nem mais intimidade nós tinhamos tanto,ela nem me ouviu. Um dia qualquer, daquele mesmo ano,ela só ficou sentada num banco com as amigas dela no hora do recreio,eu tentei chegar nela,mas as amigas da Carls me diziam q ela nem queria se quer me ver,pq eu atrapalhava o relacionamento dela e do garoto. Eu mandava mensagens pra ela,e a Carls só visualizava,aquilo partiu meio coração em pedacinhos,chorava todas as noites,pq só depois q a perdi descobri q eu só tinha ela,fiquei sozinha e com o pensamento vazio por muito tempo. PS= as amigas da Carls,uns dias antes desse garoto aparecer, já tinham conseguido meu número com a Carls e tinham feito um mini cyberbullying cmg,dizendo q a Carls me odiava,enfim. Essa história,ainda tem mais um pouquinho de uns vexames q a Carls e as amigas dela me fizeram passar. Mas é isso. Agora me digam galera,pq até depois de um ano já se passado,ainda não sei dizer se fui a babaca por ficar atrapalhando o namoro da Carls ou não
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2020.04.27 22:47 shinytrash_92 Eu sou um peso na vida do meu marido

Ensaiei esse post por horas. Escrevi, apaguei, fui tomar banho, reescrevi, editei e não postei. Criei uma conta alternativa e reescrevi uma última vez para conseguir postar e não ser rastreada, pois o que estou prestes a falar é humilhante demais para sequer imaginar que alguém que eu conheça esteja lendo, principalmente meu marido. Mas, a verdade é que sou um peso na vida dele, e pior: covarde demais para me separar e deixar que ele prospere sozinho.
Contexto: estamos juntos há 14 anos, sendo 4 de casamento e 10 de namoro. Nos conhecemos super novos, ainda no cursinho. Eu era uma menina bonitinha, magrinha e pequena, com alguns hobbies e planos pela frente, mas, já fazendo tudo com uma certa dificuldade, principalmente por conta de um background com família e emocional bem instáveis. Ele era um cara super inteligente, já falava 3 línguas, tinha morado fora e vinha de uma família rica e equilibrada. Logo passou em medicina, numa faculdade pública, enquanto eu perdi mais uns anos no cursinho pra passar em um curso meio bosta numa particular.
Quero deixar claro que essas visões são minhas: Ele jamais me subestimou por ser mais rico, mais inteligente ou ter feito uma faculdade melhor que a minha. Eu que fui desenvolvendo esse olhar conforme fui percebendo que, enquanto eu sofria para estudar e precisava de ajuda dele com trabalhos e exercícios, ele ia fazendo a faculdade dele e a minha também, por tabela. Não estou exagerando: ele desistiu de matérias para me ajudar com o meu curso. Virou noites fazendo exercícios e estudando comigo. Quando casamos e veio a residência, onde mal conseguíamos nos ver, me afundei em uma depressão profunda. A casa estava sempre uma zona, pois eu não conseguia cumprir com as tarefas domésticas (que eram minha responsabilidade, uma vez que ele tinha me ajudado com a faculdade e agora precisava de ajuda para terminar a dele). Não sei explicar, não tenho energia. Não é como se eu passasse o dia fazendo outras coisas, eu passava o dia na cama olhando pro teto. Nem séries eu tinha vontade de ver. De quebra Engordei 40kg e tive muita dificuldade com o meu TCC. Sinto que ele vem me carregando desde então.
Se antes eu sentia que não bastava por ser esse saco de lixo burro e inútil, agora eu também estou gorda e horrorosa. Nem esse, que era o papel mais basal de uma esposa - o de ser bonita - eu consigo mais cumprir. Nossa vida sexual também foi embora - e não por culpa dele, mas, por culpa minha! Ele insistia para fazermos amor, mas, eu tinha vergonha demais do meu corpo e fui recusando, até ele parar de pedir. Esse ano, se transamos 3x foi muito.
Obviamente que não é só isso. Para o pacote ser bem completo, além de burra, inútil e gorda, eu também sou uma pessoa difícil de lidar. Briguei e cortei relações com muita gente próxima dele. Vários amigos dele não gostam de mim, o irmão dele me odeia, as tias dele também. Sei que os pais dele são corteses, mas que também prefeririam que ele estivesse solteiro. Eu tenho surtos de raiva, provavelmente relacionados com o meu background familiar, e sempre acabo com as minhas relações pessoais. Ele é praticamente a única pessoa que restou. Mesmo minha amiga mais próxima, a única que conservei da faculdade, sinto que só gosta de mim por que quer estar próxima dele também.
A gota d'água foi recentemente ter sido mandada embora da empresa em que eu trabalhava, que, por conta do COVID decidiu só manter os funcionários essenciais. Obviamente que eu não sou essencial e fui afastada. Agora, além de gorda, inútil e burra, também sou financeiramente dependente dele. Nem o salário terrivelmente baixo que eu recebia eu tenho mais para ajudar com as despesas (que eu mesma gero).
Ele, sempre paciente, diz que está tudo bem. Diz que segura as pontas, para eu aproveitar esse tempo e procurar um curso online e me relançar no mercado quando a quarentena acabar. Ele banca. E essas palavras me cortam por dentro, porque com que cara eu vou falar pra ele que não tem absolutamente nada que eu queira fazer? Que quando eu acordo de manhã, o simples pensamento de levantar da cama me faz querer morrer? Que o ponto alto do meu dia é quando eu vou dormir e passar horas desacordada??? Eu não tenho mais energia, minha cabeça dói o tempo todo, preciso fazer pausas enquanto faço as tarefas domésticas ou não consigo continuar. Não posso falar nada disso pra ele pois ele já perdeu tempo demais lidando com a minha bullshit no passado e tem uma fucking pandemia acontecendo no país, que é muito mais urgente.
Eu só queria poder retribuir um milésimo de tudo o que ele fez por mim. Eu só queria não ser um peso na vida do homem que eu amo.
Eu vejo essas esposas modelo e me sinto tão absolutamente aquém. Eu só queria conseguir fazer coisas simples, sabe? Basicas. Não precisa ser nada de grandioso no começo. Pintar minhas unhas, por exemplo, essas mulheres sempre tem unhas tão compridas e bonitas... Mas, nem isso eu consigo fazer. As minhas são roídas e horrorosas.
Queria poder receber ele em casa com um jantar balanceado e saudável todos os dias. Mas, não consigo manter minha dieta nem por 2 dias consecutivos.
Queria manter a rotina de limpeza da casa, passar roupa, cuidar dele como ele sempre cuidou de mim. Mas não consigo manter, me desinteresso, passo um dia na cama e os outros já estão perdidos depois.
O fato é que estou cansada de tentar e fracassar toda vez. Devo ter algum problema psicológico ou um retardo mental que me impede de fazer melhor.
Eu já pensei diversas vezes em deixá-lo, porque, certamente ele conseguirá me substituir por alguém melhor, mais atenciosa, mais presente. Alguém que não seja um atraso. Sei inclusive de mulheres do hospital em que ele trabalha dando em cima dele. Eu fico brava e com ciúmes, mas, ao mesmo tempo sou tão insuficiente que penso: será melhor não deixar acontecer?
Mas, a verdade é que sem ele eu perderia a única coisa que fiz certo na minha vida. Eu nem teria pra onde ir pois não tenho família nem dinheiro. Estaria literalmente na rua. Que patético, né? Em pleno século 21, depois de tantos direitos conquistados por mulheres que vieram antes de mim, meu maior feito na vida foi ter casado com um homem bom... E não merecê-lo. Não consegui conquistar nada por mim mesma.
Se eu tivesse vergonha na cara daria um fim nessa vida miserável e parava de ser um peso morto (rsrs sacaram? é pq eu sou gorda também)
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2020.04.06 22:14 c4r0la Só quero dar a volta por cima

Bom, acho que fiz umas escolhas ruins no ano de 2019 e agora a conta está batendo. Sou funcionária pública e acabei mudando totalmente de área buscando algo novo, diferente, algo que pudesse me encher os olhos, estava desmotivada no meu setor, apesar de sempre prezar pela bom execução das minhas atividades. Não sei se me arrependo dessa mudança, estou tentando entender o meu sentimento. Além disso, comecei um namoro, no início de 2019. Acho que foi precipitado, já nos primeiros meses eu me questionava se gostava mesmo da pessoa, aceitei algumas conversas duras, na esperança de que fossemos nós acertar com o passar do tempo. Vivemos coisas muito bacanas, viagens, inclusive pro exterior, festas, as pessoas sempre nos viam como um casal harmônico. Mas no fundo eu sabia que tínhamos muitos problemas, e não sei até que ponto havia disposição pra mudanças. Há umas três semanas, discutimos e terminamos. Passaram uns 10 dias, acabamos voltando. Acho que foi precipitado, e ontem rompemos novamente. É estranho que eu esteja triste, mas não consegui chorar. Tenho pensado em várias coisas mas o meu trabalho e esse relacionamento estão o tempo todo no meu radar. Acho que são nesses dois pontos que preciso me concentrar pra uma mudança. Obrigada!
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2020.04.04 05:02 Lucasmoore2016 Ela deixou de falar comigo por conta do fora

Bom conheci uma "menina" (32a) no Tinder há uns dias atrás, ela não me atraia muito fisicamente falando, ela era bonita, mas apenas não me atraia muito, como ela tinha um papo inicial legal, fomos nos conhecendo , deixei rolar para ver até onde ia...
O problema era que ela se mostrou muito carente, me disse que buscava algo sério, mas para ela parecia ser 8/80, morava em outra cidade,sempre dizia que se a gente se conhecesse ao vivo e tivesse química a gente já ia namorar etc, sempre falava comigo direcionando a conversa para namoro.
Em resumo :. Acabei dizendo que gosto das coisas devagar,gosto de deixar rolar,que como to focado na faculdade não dá para dizer que vai rolar algo sério com base em um encontro, que gosto de ter paciência.
Ela meio que insinuou que eu tinha dados esperanças, que sempre quis namoro,se eu não queria devia deixado ciente, que ela tem a vida estável e tal (servidora pública de interior) Parou de falar comigo!
Talvez pq nunca passou isso comigo, afinal no geral eu só não entro em contato e a menina percebe,mas como ela era gente boa resolvi ser honesto e meio que fui hostilizado.
Tô meio mal pq apesar de tudo gostava de conversar com ela, mas eu preferi ser honesto do que enrolar toda a vida e se conhece ao vivo e ser uma merda. Até pq gente carente é de um jeito, depois que a carência passa muda.
Já vi esse nível de carência em homem, mas nunca tinha conhecido nenhuma mulher que agisse assim, talvez por ser mais velha e de interior, afinal até bolsominia ela era. Mas enfim fica aí o desabafo.
Atualização (2 dias depois):
Ela mandou mensagem perguntando como eu estava,como o celular tava descarregando, só vi a mensagem pela notificação, nem abri. Resolvi dar uma carga no celular, aproveitei e fui comer algo para depois chamar ela e conversar.
Quando fui abrir de novo ela tinha mandando outra mensagem dizendo:
" você leu e não respondeu, não estamos na mesma sintonia então não vou me iludir achando que você vai mudar de ideia sobre relação séria...boa sorte fica com Deus, sem mágoas"
Quando ela viu que eu estava lendo já foi me excluindo ( a foto havia sumido).
Por um lado saiu um peso das minhas costas pq mostrou que ela era muito carente, por outro fiquei triste, já que podia ter uma boa amizade ou por ela que se continuar com esse atitude vai continuar solteira ou achar cara só querendo se aproveitar.
Enfim, foi isso, pelo menos tô de boa, ser honesto com você e com os outros não tem preço. Fora que descobri até que sou paciente.
Valeu a galera que postou, é bom ver as coisas de outra perspectiva e vamos continuar a luta.

FiqueEmCasa

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2020.01.19 06:46 Geralment Não tenho outro lugar para falar.

Terminei o Ensino Médio, creio eu que não tenho mais acesso ao psicólogo da escola, então vou falar por aqui mesmo, de uma forma bem resumida.
Minha nota no ENEM não é satisfatória o suficiente para entrar no curso que eu desejo, pelo menos é o que eu acredito por enquanto, ainda não verifiquei o SISU. Não sei que caminho seguir caso eu não entre em uma universidade pública. (Sou de escola particular).
Eu tinha minha turma que convivia desde o primeiro ano do Ensino Médio, criei um apego por eles mas percebi que eles não eram uma boa companhia, percebi que eles me proporcionavam mais experiências negativas do que positivas, então decidi largar o grupinho deles e seguir o meu próprio caminho.
Mas eu não sei qual caminho seguir, existem outras pessoas que eu conheço que eu gostaria de me aproximar, mas não sei como fazer isso. Eu sou muito inseguro em relação às minhas habilidades sociais, apesar de eu me virar bem, algumas vezes.
Eu tenho ambições de coisas para perseguir esse ano, fazer um curso de violão, academia, escrever alguns livros e terminar de ler outros, isso me motiva bastante, mas eu gostaria muito de criar um vínculo com alguém novamente e ter uma boa amizade, ou até um bom namoro, mas não sei como alcançar isso.
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2019.10.17 19:11 R0r0noaAlex Problemas...

Seguinte galera, acredito que faço parte do seleto grupo de adolescentes que gostam de estudar aqui na minha cidade. A maioria vive correndo atrás de namoros e essas coisas. Mas nunca curti isso, minha paixão mesmo é estudar, mas infelizmente moro em um bairro com vizinhos BASTANTE barulhentos, como minha casa não tem tratamento de som (E nem a deles), se meus vizinhos falarem um "A", eu escuto e vice versa. Eu queria desabafar sobre isso pois, sempre que abro meu livro para estudar, eles ligam o som, meus pais começam a fazer barulho, começa uma gritaria danada. E não posso reclamar pois a putaria é mais importante que meus estudos. Sério galera, parece até que tem uma câmera no meu quarto, t-t. Sei que a maioria vai falar: "Estuda numa praça, ou em algum lugar calmo", os lugares calmos daqui me torna vulnerável aos roubos, sim, a segurança pública daqui é um lixo!.
Meu sonho é ser Programador :), mas graças ao que disse a cima, estou desanimando...
Isso está me deixando depressivo, e mal estou conseguindo dormir a noite, pensando nos meus problemas com estudo e alguns traumas...
Acho que seria bem mais fácil se eu fosse um adolescente que passa o dia inteiro na frente de um PC, ou se saísse pegando geral kkk... Mas eu só quero estudar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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2019.09.07 14:02 luizfpq Desabafo…

Sábado, sete de setembro de dois mil e dezenove…Dia de dormir um pouco mais, aproveitar o pouco de sono a mais que teria, mas me pego às 6 da manhã navegando no reddit, vendo o que acontece conosco.

Me deparo com o seguinte artigo: https://jornal.usp.buniversidade/politicas-cientificas/15-universidades-publicas-produzem-60-da-ciencia-brasileira/
Se considerarmos as humanidades, que os dados da pesquisa simplesmente ignoram (propositadamente¹) a situação fica ainda mais disparada em favor das universidades públicas, entendo que a quase totalidade das pessoas que criticam não conhecem o funcionamento de uma universidade pública e sim, é um mundo a parte. O que não entendo é tentar descredibilizar pessoas que estudam e estudaram muito mais do que quem geralmente critica, pessoas que geralmente bateram num vestibular, quem geralmente critica, aliás, entendo sim, estudo no nosso país não é bem-visto.
Nesse 7 de setembro onde a proposta para “salvar” a educação é um monte de colégio militar, por que não investir os mesmos 19mil reais por aluno²(3x o normal) que se investe num colégio militar, nos colégios públicos, por que não questionar, se os IFs, com investimento menor³ e constantemente reduzido tem tido desempenho superior aos colégios militares?
Por qual razão apoiar essas sandices contra a única maneira de sair da ignorância?
Do meu simples ponto de vista, é mais fácil e mais bonito ser ignorante neste país!
Faço esse desabafo um tanto confuso e mal escrito num momento onde minha vida e minhas convicções estão confusas e mal escritas. Física e mentalmente esgotado, são 4 disciplinas somando 340 horas semestrais numa Universidade Federal, são 10 disciplinas somando 620 horas num curso particular EAD, fora as 40 horas semanais de trabalho, namoro, família e pasmem dormir às vezes…
Sim, foi uma escolha minha deixar pra estudar aos 30 anos numa terra onde o salário só é correspondido com altíssima capacitação ou com boas indicações se quiser ganhar mais ainda…
Sim, foi uma escolha minha deixar pra estudar aos 30 anos numa terra onde na sociedade, quanto mais estudo, menos sua opinião vale, a não ser que seja astrologia(me perdoem os astrólogos não olavistas).
Dou este grito, no dia do grito da independência, mas é mais um grito de desespero.
1: o propósito de se ignorar as humanidades, é tragicômico, as pesquisas humanas são vistas como esquerda e usadas como argumentos bastante imbecis, pra uma corja que sente apenas exatas e comércio como material válido, ta aí, perdem feio no próprio campo de batalha.
2: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-41236052https://politica.estadao.com.bnoticias/eleicoes,estudantes-de-colegio-militar-custam-tres-vezes-mais-ao-pais,70002473230 https://br.financas.yahoo.com/noticias/em-colegio-militar-aluno-custa-3-vezes-mais-que-na-rede-publica-164635953.html https://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/militares-se-destacam-no-ensino-estao-no-topo-do-ranking-do-ideb-6177638
3: https://www.ifb.edu.breitori/15974-em-2016-o-custo-medio-de-aluno-do-if-foi-de-16-mil-por-ano
https://ultimosegundo.ig.com.beducacao/escolas-federais-sao-bons-modelos-mas-dificeis-de-replican1237897418366.html11
https://www.ifgoiano.edu.bhome/index.php/component/content/article/176-destaque-rio-verde/7439-conif-se-posiciona-em-defesa-da-escola-publica-federal-gratuita.html
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2019.08.25 20:30 criptonio Sentimento de fracasso ao final da graduação

Caí na universidade meio que de paraquedas. Escolhi meu curso literalmente eliminando as matérias que eu não gostava no ensino médio.
Fiz o ENEM e surpreendentemente passei para Bacharelado em Química numa boa universidade (UFSCar).
Tive muitos problemas no começo do curso, relacionados principalmente a ter que me virar sozinho em uma cidade 3 vezes maior que a minha. Saudades da família, cozinhar, ter as próprias pernas como único meio de transporte, término de namoro, dificuldade em fazer amigos e a solidão foram os principais deles. Além do cálculo, da geometria analítica e da física, claro. Por ter vindo direto de escola pública acabei sofrendo um bocado até conseguir suprir todas as minhas deficiências do ensino básico ao mesmo tempo que tinha que aprender os temas do ensino superior.
Quatro anos se passaram e cá estou pagando as últimas disciplinas do curso. As coisas até que saíram bem, gostei muito do curso; aprendi bastante; reprovei uma vez só (bendita geometria analítica); fiz bons amigos. Cenário ideal para que eu estivesse feliz, certo? Errado.
Olho para o lado e vejo amigos que fizeram 3 anos de iniciação científica, publicaram artigos, fizeram intercâmbio, participaram de atlética, congressos, centro acadêmico, monitoria, PET, projetos sociais etc. E eu "só fiz a faculdade". Até cheguei a fazer um ano de iniciação científica, mas não cheguei a ter um projeto próprio. Participei da orquestra da universidade por um semestre também, mas tive que sair por conflitos de horário.
Agora, buscando estágio em empresas, vejo uma imensa valorização de todas essas atividades extracurriculares que eu não fiz por estar focado nas disciplinas, que desde sempre foram meu objetivo principal.
Com isso vem esse sentimento de fracasso, mesmo depois de ter ralado imensamente pra concluir o curso. Ver que talvez eu nem consiga um emprego na área porque o concorrente foi pra Europa e sabe falar 3 línguas, além de ter publicado 2 artigos durante a graduação.
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2019.08.07 15:50 lanaSouza “Bullying “nas relações conjugais - palavras que machucam!

Artigo publicado há 5 ANOS no JusBrasil , pela própria autora deste Blog, mas com antigo perfil do Jus (sucesso por lá, editado aqui pelas alterações da Maria da Penha em 2019)
Há alguns anos, poucos após a entrada em vigor da Lei Maria da Penha(11.340/2006), uma senhora me procurou, em meu antigo escritório em Cuiabá, para contar o que se passava consigo, na verdade, com o seu relacionamento conjugal.Dizia ela estar casada havia 3 anos e meio e há muito já não sabia o que era ouvir uma palavra carinhosa do marido, ao contrário disso, só ouvia frases depreciativas à respeito de sua aparência, suas vestes, sua inteligência, sua formação profissional, etc.
*Este texto está disponível também AQUI
Aliás, ela não sabia dizer se algum dia teria ouvido um elogio do marido sobre algo relacionado a ela, mesmo antes de casarem.
A senhora em questão havia me procurado para saber se tinha algo que ela pudesse fazer acerca do assunto, uma vez que também considerava aquilo como um tipo de violência doméstica. Ela estava certa. A violência porquê passava no dia a dia, dentro do lar, é considerada pela Lei 11.340/2006 como sendo Violência Psicológica, e vem prescrita nos artigos 5º “caput” e 7º, inciso II da referida Lei.
Art. 5o Para os efeitos desta Lei, configura violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial: (Vide Lei complementar nº 150 de 2015);
Art. 7o São formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, entre outras:
(…)
II - a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da auto-estima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação.
Hoje (2019), entretanto, a antiga Lei já conta com as mudanças acrescentadas pela Lei 13.827/2019, com as seguintes alterações:
Art. 2º O Capítulo III do Título III da Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), passa a vigorar acrescido do seguinte art. 12-C:
“Art. 12-C. Verificada a existência de risco atual ou iminente à vida ou à integridade física da mulher em situação de violência doméstica e familiar, ou de seus dependentes, o agressor será imediatamente afastado do lar, domicílio ou local de convivência com a ofendida:I - pela autoridade judicial;II - pelo delegado de polícia, quando o Município não for sede de comarca; ouIII - pelo policial, quando o Município não for sede de comarca e não houver delegado disponível no momento da denúncia.
§ 1º Nas hipóteses dos incisos II e III do caput deste artigo, o juiz será comunicado no prazo máximo de 24 (vinte e quatro) horas e decidirá, em igual prazo, sobre a manutenção ou a revogação da medida aplicada, devendo dar ciência ao Ministério Público concomitantemente.
§ 2º Nos casos de risco à integridade física da ofendida ou à efetividade da medida protetiva de urgência, não será concedida liberdade provisória ao preso.”
Art. 3º A Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), passa a vigorar acrescida do seguinte art. 38-A:
“Art. 38-A. O juiz competente providenciará o registro da medida protetiva de urgência.
Parágrafo único. As medidas protetivas de urgência serão registradas em banco de dados mantido e regulamentado pelo Conselho Nacional de Justiça, garantido o acesso do Ministério Público, da Defensoria Pública e dos órgãos de segurança pública e de assistência social, com vistas à fiscalização e à efetividade das medidas protetivas.”
Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 13 de maio de 2019; 198o da Independência e 131o da República. JAIR MESSIAS BOLSONARODamares Regina Alves
A violência em questão é quase tão grave quanto a física, podendo ser inclusive pior, vai depender do “estado emocional” de cada mulher e da constância da agressão!A pessoa da história acima passou a sofrer depressão com o decorrer do tempo. Frequentava o psiquiatra e tomava remédios controlados; não conseguia mais trabalhar e fazer as atividades da casa como antes pois vivia mais acamada do que disposta.
Engordou, deixou de fazer coisas que antes gostava, coisas normais e consideradas necessárias para uma mulher como: pintar as unhas, depilar-se, fazer exercícios, ir ao cinema, falar e encontrar com amigas e parentes; isolou-se em seu mundo – passou a ser tão“agressiva” com os demais que acredita ter se igualado ao agressor (marido); a vida dentro de casa transformou-se em “elogios” mútuos.
De pessoa “doce”, carinhosa, gentil e amável, em especial com os romances que já havia tido anteriormente, passou a ser amarga e tratar esse companheiro da mesma forma que ele a tratava pois, segundo ela, “é dando que se recebe”; “quem oferece flores receberá flores, mas quem só dá espinhos é isso que conseguirá” (palavras dela). No entanto, quanto mais agressiva (com palavras) se tornava, mas culpada e infeliz, vivia!O que fiz por essa senhora?
A Lei ainda era considerada “experimental”, estava em vigor há pouco mais de um ano, todavia era novidade, inclusive em se tratando de violência psicológica – no que tive de estudar o assunto para dar uma melhor resposta. Acredito que ela somente aguardou a resposta porque eu era indicação de uma amiga sua.
Diz ela que contar o caso que se passava em sua vida já era difícil e vergonhoso por demais para me contar, sair relatando a dois ou três Advogados era impossível.Assim fui “estudar” a lei mais a fundo para saber se o caso dela haveria solução.Percebi que, pelo fato de NÃO estar disposta à separação, nem tinha vontade de vê-lo preso, pois era ele quem mantinha a casa com o “bom salário” que recebia; (estava desempregada) e, na época sem condições psicológicas para tal; não haveria muito o que fazer a não ser indicar acompanhamento psicológico para ele também – até porque, como já dito, a lei era muito nova e não havia precedentes ou algo que se pudesse valer como “exemplo” para resolver a situação.Acredito que minha explicação não lhe tenha caído muito bem, pois ela insistia que àquilo era crime, já que havia lido a lei antes de ir me consultar. Um tipo difícil de cliente, pois acha que sabe tudo; não aceita conclusões e explicações que não seja do agrado. Mas qual seria a resposta que ela gostaria de ouvir se não queria se separar do marido nem vê-lo preso?- Já não sei, nunca entendi!Só sei que se a vida dela não estava fácil, a minha também não ficou nada agradável depois dessa consulta. Essa senhora estava muito impaciente, amarga e intolerante. Chorava com facilidade e perdia a paciência por qualquer coisa.
Realmente estava doente devido ao relacionamento perturbado que tinha com o marido, segundo ela, já tinha até pensamentos suicidas. Confesso que fiquei atormentada por não “conseguir” fazer nada.O esposo dessa cliente transformou a vida dela num inferno ao se aproveitar de sua fragilidade e dependência econômica!Chamá-la de preguiçosa, burra, gorda e inútil era comum, isso fez com que a auto estima dela se perdesse por completo. Era por isso que não desejava a separação, acreditava que não encontraria mais ninguém e muito menos um emprego para seguir vivendo – ele fazia questão de dizer, também, que ninguém a iria querer.
A atitude dele parecia a de um sádico; só se sentia feliz quando a fazia chorar – muitas vezes chegou a pensar que ele poderia ser um psicopata, já que não sentia nada por ela, nem por ninguém; totalmente desalmado e descompassivo – o pior de tudo é que ele deixava claro que gostava de ser assim!O relato que acabo de transcrever é bastante comum. Acredito que hoje a facilidade em lidar com tais situações é bem maior que há 13 (doze) anos, quando essa senhora me procurou.
Hoje existem delegacias especializadas em defesa da mulher em qualquer cidade, há ajuda psicológica oferecida pelo próprio Estado e apoio incondicional à mulher vítima de qualquer violência que venha descrita no artigo 7º da Lei Maria da Penha, e as alterações inseridas pela nova Lei (a de 2019 - citada acima).Um dos motivos que me fez recordar dessa infeliz Senhora foi a leitura de um artigo publicado na revista Marie Clarie de outubro de 2014, que entrevistou a Psicóloga Adelma Pimentel sobre o lançamento do livro em que é autora, denominado“Violência Psicológica nas relações conjugais” (da Summus Editorial).A obra fala do efeito devastador que uma violência desse gênero poderá acarretar nas relações conjugais.Preferi, no entanto, nomear este artigo como “Bullying” nas relações conjugais, pois a violência psicológica é partida, quase sempre, de um membro que se acha superior direcionada a outro que se encontra, segundo quem pratica, em relação de inferioridade.

Veja o que diz o artigo da Marie Claire:

Protegida pelo silêncio, incorporada aos costumes, herança da cultura patriarcal, ela se instala nos lares desde muito cedo, levando os casais a estabelecer relações pobres e, muitas vezes, doentias.
Estudiosa do assunto e militante da causa da prevenção e da erradicação da violência, Adelma apresenta um retrato dos embates psicológicos que acometem parceiros das mais diversas origens e classes sociais. No livro, ela faz uma análise profunda sobre o tema, propõe a nutrição psicológica de cada membro do casal para que diminuam os conflitos e oferece elementos indicativos para romper o ciclo de violência e restabelecer os vínculos afetivos do casal.Apesar da grande incidência nas relações conjugais, a agressão geralmente não é reconhecida pelos cônjuges, sobretudo pela mulher. Entre suas manifestações estão o deboche, a humilhação e o isolamento.
Na avaliação da psicóloga, famílias são organizações complexas, dialéticas e ambíguas. Campo de diversos choques, ódios e de trânsito voraz de rápidas, variadas e múltiplas emoções que podem coexistir no mesmo dia, conforme os atores e seus atos. “Dentro delas, os embates atravessados pela violência psicológica podem contribuir para forjar casamentos precipitados, uniões estáveis e até mesmo namoros que perpetuam o círculo vicioso de aprisionamento dos sujeitos”, complementa.
Num mundo totalmente reconfigurado, em que os papéis de gênero sofrem mudanças a cada dia, o livro é um referencial para discutir antigos modelos familiares e novos caminhos de expressão, baseados no autoconceito, na autoestima e na autoimagem nutridos psicologicamente desde a infância. “O objetivo é cooperar com os esforços coletivos para atualizar e renovar nossa humanidade, tão fragilizada pela supressão de valores éticos”, afirma a autora. Para ela, o diálogo é o nutriente imprescindível de uma relação afetiva amorosa. Ele é mediador do fortalecimento dos vínculos e do não enraizamento das violências privadas, sobretudo a psicológica.
Fonte: gruposummus. Com por Marie Claire
Autoria /Comentários: Elane F. De Souza OAB-CE 27.340-B
Foto/Créditos: pixabay grátis *Às vezes, como no caso apresentado, a única solução viável é o Divórcio; aproveito para indicar um sistema online, EFICAZ e mais barato do Brasil para se divorciar (funciona para ambos os sexos e quaisquer outra forma de relacionamento conjugal homossexual).
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2019.06.19 01:28 zedoidous Putin é o psicanalista da guerra.

https://www.facebook.com/100029259008065/posts/200112817640684/?sfnsn=mo
O que fez o grupo Globo admitir em editorial do jornal O GLOBO, que há um complô para destruir a Lava Jato e ainda apontou para a esquerda corrupta e para membros de direita que não aceitam perder as regalias? Eu gostaria de poder escrever de forma bem clara, mas vou bancar a bem educada porque meus textos vão muito longe, então vocês ressignifiquem a frase que escreverei entre aspas: "A Globo sentiu o membro rígido do Putin dando aquela cutucada marota nos países baixos." Se é ruim com o "opressor" Bolsonaro que aceita sem reagir a todas as bobagens que a imprensa e artistas daquela casa já falaram sobre ele, imaginem com a interferência direta da mão de ferro mais poderosa que temos no governo mundial? Os simpáticos socialistas brasileiros brincam com o perigo sem ter muita ideia do que significaria termos hoje a esquerda no poder. Vou dar uns exemplos para me fazer entender. Por que não se alcança a paz no Oriente Médio? Porque eles usam a cultura e a educação das escolas e de casa, para contarem as velhas histórias de quanto o povo vizinho merece ser odiado e mesmo perdendo filhos para a guerra, os pais continuam ensinando que a paz não deve chegar porque o inimigo não merece perdão. Mas não pensem que é só uma questão de cegueira ideológica, fanatismo religioso e disputa de território que os fazem agir desta forma repetitiva e perigosa, sempre que a tensão aumenta por lá, adivinha com quem os reis foram se aconselhar? Ninguém entra em guerra sem antes conversar com Vladimir Putin, ele é o psicólogo que oferece "bons conselhos", colocando Ocidente contra o Oriente e Judeus contra os árabes, para que naquele universo de caos a Rússia tenha mercado para vender armas e dê comida e remédios em troca dos barris de petróleo. É tanto poder que ele conseguiu fazer um acordo com a Arábia Saudita para que eles reduzissem a produção de petróleo e a Rússia não perdesse espaço na exportação! Que Rei bonzinho né? Em matéria do Jornal Gazeta do Povo Malik Dahlan, professor saudita de direito internacional e de política pública na Universidade Queen Mary de Londres, explica: "Putin está trabalhando como o psicanalista da região. Os russos estão felizes em ouvir todos os lados, e qualquer um que queira falar, eles ficam felizes em ouvir". Ainda na matéria: "O emir do Qatar inesperadamente voou para Moscou para se encontrar com Putin na véspera de sua visita a Washington. O príncipe herdeiro de Abu Dhabi, um aliado próximo dos EUA, recusou um convite para Washington, mas viajou a Moscou em junho, sua sétima viagem em cinco anos, e assinou um acordo de "parceria estratégica" com Putin. O presidente do Egito, Abdul Fatah Khalil Al-Sisi, fez sua quarta visita a Moscou - comparado a apenas uma à Washington - e também assinou um acordo de parceria estratégica com Putin, marcando uma mudança significativa de um aliado americano em direção à Rússia." E para aproximar os exemplos, adivinha para quem Nicolás Maduro, presidente da destruída Venezuela, passou o direito da exploração do petróleo venezuelano? E nos bancos de qual país os membros desse governo transferiram seus bilhões? Os autoritários amam e confiam no senhor das guerras, Putin, porque ele é quem comanda a produção de armas que mantém os conflitos acesos e conosco não será diferente, nós também temos muito petróleo... Aí vai a Debi & Loid brasileiras fazer visita na Rússia pra pedir conselhos e fazer "acordos de cooperação"! E tem coisa pior: Têm brasileiro aplaudindo a interferência russa na nossa política e a chegada dos espiões russos por aqui, mas são os mesmos que reclamam da parceria do Brasil com os EUA que permitiu anericanos entrarem com mais facilidade em território nacional! Controversos ou inocentes? Quem aplaude não entende uma vírgula de geopolítica, não entendem história mundial e muito menos têm noção da riqueza do próprio país, aí fica difícil explicar o quão perigoso é esse namoro de brasileiros desinformados e mal intencionados com o presidente russo. Vocês não existem para ele, você e eu somos apenas um barril de petróleo para aquele homem, a diferença é que eu sei disso...
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2019.06.11 06:20 McpZ Minha relação com Asperger

Primeiro desabafo
Nasci no norte do Brasil, aqui o melhor médico é o avião, o segundo melhor é o barco. Não é que os médicos aqui sejam ruins, mas imagine você estudar para doenças comuns no sul e centro-oeste e estar numa região de doenças tropicais. A educação também não é a melhor, mas eu já era diferente de início e não sabia. Era muito calado, não socializava, e quando chegou na época da alfabetização estava claro que tinha algo estranho e meus pais me levaram num pediatra. Diagnóstico: déficit de aprendizagem. Comecei a ter aulas de reforço. Aos 7 anos eu já trabalhava e estudava, para mim isso era normal, meus pais tinham sido criados assim e assim também era na casa dos meus primos. Porém eu tinha que me esforçar mais, não podia ficar para trás nos estudos. A cobrança era grande. As vezes eu fugia na hora do descanso do trabalho para ler algo na biblioteca pública, assim com o passar dos anos meus primeiros livros foram toda a obra de Monteiro Lobato, pequeno príncipe, Mafalda, literaturas obrigatórias da escola. Admito que demorei para acompanhar a turma. Para alguns eu era um nerd, para muitos eu era um leso. Preferi ficar com os nerds, eles me ajudaram a estudar mais, mesmo quando eu cheguei a reprovar em história e matemática, estar junto com eles me dava foco. Um deles me ensinou a gostar de ler livros muito grande, como senhor dos anéis, o que futuramente me ajudaria nos estudos. O segundo me ajudou, com uma rivalidade saudável, a ter uma mente analítica, e graças a ele eu peguei o gosto por exatas, o último gostava de RPG, e viajava na maionese, eu gostava dos mundos que ele criava, e aprendi muito nas sessões de RPG sobre o poder da imaginação. Por fim chegou a puberdade e eu estava só outra vez, mas não que eu tivesse me tocado disso, me avisaram, eu só era eu mesmo. Enfim chegou o vestibular e eu tive a oportunidade de ir estudar em outro estado, se passasse, ficaria estudando mais 5 anos. Sinceramente na época eu nem sabia o que era vestibular, mas eu tinha pego o gosto pelo estudo, então eu fui. E foi o melhor ano da minha vida. Depois de ter passado em todos os vestibulares, e finalmente no que eu queria, pedi em namoro uma menina com quem me aproximei o ano inteiro, como falei no primeiro desabafo. Bom não deu muito certo essa parte. Faculdade, trabalho, algo começava a se manifestar estranho, tinha feito ótimos amigos em Belém, porém era como eu não conseguisse me comunicar direito com eles, que isso fosse normal com estranhos, mas com pessoas próximas era frustante. Eu ficava depremido, eles me ajudavam, faziam de tudo pra me deixar melhor. Até que um dia quebrei o pé de manhã, a menina que eu ainda gosto ligou de noite me cobrando ... E eu caguei. Não sei porque fiz, mas quando ela desligou eu sabia que não era eu. Eu fiquei envergonhado de mim, eu não me entendi. Foi foda. A partir daquele dia eu prestei mais atenção em mim. Eu achava que tinha claustrofobia... mas algo estava errado, déficit de aprendizagem, eu já apreendia mais rápido que os outros, mas eu ...era estranho. Muito bonzinho, odeio porque odeio, amo porque amo, amoral, já entreguei flores a pessoas depremidas, levo comida para outros no trabalho, estudo todo dia( tornei um hábito), não julgo pessoas ( mas a ela deve caber a consequência de seus atos), penso que todos somos humanos e podemos fazer coisas boas e ruins. No ano de 2009 meu pai teve um ataque cardíaco, e eu, que tinha acabado de terminar a faculdade fui ajudar a família. Esse ano foi horrível, quando meu pai estava se recuperando, algo acontece comigo: ataque de pânico. Inicialmente vários ataques de pânico ao dia ao ponto que eu não saía de casa, os ataques eram causados por ansiedade, e eu já tinha um quadro depressivo que não tinha sido diagnosticado antes. Mesmo na época em que eu estava quase sedado, a ansiedade era tanta, que consegui um ótimo emprego, que permitiu eu me cuidar. Com o ótimo emprego pude pagar o melhor tratamento possível e foi quando descobri que tinha Asperger, e que minha crise de ansiedade, pânico, depressão, foi causado eu ter estourado meus limites emocionais e suportado demais. Hoje eu me entendo plenamente, só tomo o remédio básico pois uma vez que você ultrapassa seu limite, você tem que reaprender a se respeitar, e descobrir quando deve se permitir. É um professor, que de modo cruel, só quer sua felicidade.
TL;DR: não ter diagnóstico cedo de autismo pode causar sérios problemas de saúde mental e social
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2019.05.06 10:17 The-Old-Onee Meu primeiro relacionamento

A história do meu primeiro relacionamento foi algo que me marcou por um bom tempo. Até hoje, talvez.
Essa história pode não interessar muitas pessoas, mas aos que se interessarem, sejam bem vindos.
Tudo começou aos 6 anos de idade. Por isso, não esperem bastante maturidade vinda de mim. Na época em questão, eu havia acabado de me mudar com a minha família, e tinha entrado em uma escola pública. Foi nessa escola que encontrei a garota que viria a gostar.
Eu sempre vi muitas garotas bonitas em minha vida, mas nunca prestei muita atenção nelas, entretanto, algo me chamou atenção nessa garota. A propósito, pensei que poderia ser a sua beleza, mas isso não faria sentido por conta do fato anterior.
Sem nem mesmo conhecer um pingo de sua personalidade, eu acabei tendo a segunda paixão da minha vida, mais forte que a primeira.
Primeiramente, devo admitir que eu ficava muito sem jeito perto dela. Por isso, me impressionei comigo mesmo sobre como consegui pedir o seu telefone. As conversas eram inocentes, foçadas no meu herói de infância: Sonic.
Por favor, não ria.
Tive a sorte de descobrir que ela também era fã do Sonic, e isso unia as nossas conversas. Sem contar as minhas piadas sem-graça que sempre arrancavam um riso dela.
Depois de um tempo, as conversas terminaram. Não pude ligar para ela por um tempo, e logo perdi o seu número de telefone. Tímido, com vergonha de pedir novamente seu numero, aquela foi a última vez que eu conversei com ela no Ensino Fundamental.
Da segunda até a quarta série, eu estive gostando dela. Observando-a de canto, escrevendo seu nome em minhas coisas, imaginando um futuro promissor, até mesmo sendo motivado a ir para a escola simplesmente para ver o seu rosto. Uma criança apaixonada.
E com um óbvio mas bem escondido ciúmes quando rumores (falsos, no caso) de que ela namorava com o garoto mais inteligente da sala, começaram a surgir.
Eu, parabenizei ela por isso, mas amaldiçoei o garoto milhares de vezes, por dentro.
É uma das últimas vezes que lembro de ter dito algo para ela.
Quando passei para a quinta série, a escola escolheu uma nova escola da qual frequentaríamos, pois não tinha recursos para ter uma quinta série e além.
Fomos para a mesma escola.
Mas nada mudou, ficamos em salas diferentes. Nenhum dos meus amigos estavam ali, e para piorar, pelo meu jeito, passei a sofrer ofensas por outros colegas, das quais nunca me fizeram bem.
Ali, minha autoestima desmoronou completamente.
Eu sempre via ela algumas vezes, andando pelo pátio com os amigos, e talvez uma coisa que nunca cessou, foi minha paixão por ela.
Me lembro de um dia estar num evento de Festa Junina na escola. Cheguei cedo com a minha mãe, sentei em um banco no meio da praça, e ela sentou um pouco à frente. Queria falar com ela, mas nunca soube como começar.
Quando notei, ela se juntou com seus amigos, a conversa nunca aconteceu. Mas teria mudado algo afinal?
No meio daquele ano, eu me mudei mais uma vez. Dessa vez, fui para longe. Agradeci, nunca mais iria ver os retardados dos meus colegas, e como minhas notas eram baixas, não tinha o que perder.
Um dia, então, bem longe dela, passei a usar o Facebook. E por coincidência, encontrei o Facebook dela. Adicionei, e foi ali que a magia passou à acontecer.
Inicialmente, não me lembro de como ocorreu a primeira conversa, mas devo ter me apresentado, para ver se ela se lembraria de mim. Uma coisa que memorizo, entretanto, eram as sensações estranhas na minha barriga.
Eu devia ter o que? 9 ou 10 anos?
Fomos conversando, até chegar o dia da qual disse para ela como me sentia. Praticamente, disse que gostava dela. Nosso relacionamento nunca piorou, mas também não melhorou.
(Ps: uma das coisas que devo ressaltar, é que eu basicamente tinha medo da forma que ela reagiria. Por isso, nunca me declarei pessoalmente. Maldita covardia!)
Eu tentava sempre agir como um bom amigo. Tentava dar conselhos - me colocando no lugar dela - sempre tentava diverti-lá, no caso, sempre tentando encontrar um jeito de conquistar ela, até o dia que ela também passasse a gostar de mim.
Eu tentei ser o cara perfeito. Se eu consegui? Eu não faço a mínima ideia.
O tempo passou, e ela passou a ficar com outras pessoas. Quando ela ficava mal, eu sempre tentava animar ela. O ciúmes não era algo tão presente, pois no caso, eu só ficava interessado no bem-estar dela. Seus namorados eram um detalhe que eu procurava esquecer.
Enfim, um dia, o meu ciúmes me levou à entrar em discussão com um de seus amigos íntimos. Com esforço, eu consegui quebrar o relacionamento deles (isso soou tão mal).
A propósito, no início, ela falou que não terminaria com ele. Por isso, me senti inútil, e me afastei por um tempo. Bem decepcionado.
Quando voltei, ela havia me agradecido por ter ajudado a tirar o cara da vida dela. Nunca soube o porque, ela nunca me disse.
Enfim, nos reaproximamos, é nosso relacionamento evoluiu um pouco. Não tanto quanto eu gostaria.
Então, eu cometi um erro. Um grande, enorme, e fodido erro.
Basicamente, minha pessoa se cansou de ser o amigo consolador, e passou a ser mais impaciente com a situação. Então.. eu, com o meu jeito covarde de ser, chamei a própria pessoa que eu gostava, de oferecida.
O pior, foi em um post público. Com a clara intenção de humilhar.
Entramos obviamente em discussão, uma briga que nos afastou por um ano inteiro. Talvez, o melhor teria sido apenas conversar com ela e dizer o que sentia. Mas fui imaturo e inconsequente (sei que é praticamente a mesma coisa).
Depois que um ano se passou, eu tentei me reaproximar. Mas como dizem, um relacionamento é como uma folha de papel. As brigas amassam esse papel, e independente do que faça, ele nunca retornara ao que era antes.
Ela estava brava, brava com alguns amigos também, e eu acabei chegando nela situação. Basicamente, eu apenas tentei me desculpar.
Não me lembro, a propósito, se eu consegui. Mas depois de um tempo, acabei me afastando novamente.
Quando ganhei o meu primeiro celular, eu instalei o WhatsApp, e como não tinha muitos Contatos, pensei em adicionar algumas pessoas.
Eu já tinha ela como amiga, então pensei, porque não?
Aqui chegamos no terceiro e último arco dessa historia.
Pedi o seu número, e foi incrível como nossa relação prosseguiu x 0. Eu continuava sendo o mesmo amigo consolador, mas dessa vez, ainda mais apaixonado.
Consolei, ajudei, aconselhei, fiz tudo para ver ela feliz. Por mais que eu fosse um idiota completo, ainda tinha a felicidade dela como prioridade. Mesmo após anos.
Algo que devo citar, è ela dizer que na verdade sempre me amou, e na ocasião, namorou com outros caras simplesmente para me esquecer.
Eu não acho que precise afirmar que sempre estranhei aquela história, certo? Afinal, anos atrás, a mesma me trocou por outro cara.
Voltando ao assunto..
Foi então, que tendo ainda mais impaciência, eu falei o que queria falar há bastante tempo.
Por favor, porra, fica comigo?
(Ps: sim, foi virtual) (Ps2: não foi com essas palavras, obviamente) (Ps3: essa não è a sigla para PlayStation 3)
Ela aceitou, ótimo, não?
Os primeiros dias sendo seu namorado, mesmo que virtual, foram realmente maravilhosos. Acordar, e receber um bom-dia da pessoa que ama. Áudios, dizendo coisas carinhosas.. cada ação que te conquistava...
Os seis anos correndo atrás daquela garota valeram a pena naquele momento.
Obviamente, meu ciúmes aumentou. Quando ela falou que seu ex havia pedido uma foto dela para colocar como uma capa no perfil, eu não aguentei. Simplesmente dei um xilique.
O ciúmes realmente não è uma coisa saudável em situação alguma. Que sensação terrível..
Um mês depois, eu cometi outro grande erro.
Em um resumo, estávamos fazendo ciúmes um para o outro. Acontece que eu foi bem mais pesado, e não respondi ela por um tempo (1 hora).
Eu havia dito que estaria com outra garota, achei que a situação terminaria bem naquela noite. Vacilo meu.
Ela ficou completamente com ciúmes, não sei como a conversa seguiu, mas terminou com o fim do meu relacionamento com ela, e lágrimas silenciosas na noite.
Eu mesmo, terminei o relacionamento que demorei anos para construir.
Apesar de que o motivo do término foi outro. Basicamente, ela ainda gostava do ex, e eu, sabendo que não conseguiria dar para ela o que ela queria, libertei ela de mim.
Pode ter sido uma atitude meio corna. Mas sério? Eu nem sabia da existência dessa palavra.
Eu voltei a ser o amigo consolador. Mas agora, meu amor por ela começou a esfriar bem depressa.
Eu passei a evitar suas mensagens, responder apenas dias depois, fui me afastando sem notar.
Nesse tempo eu comecei a ficar mais quieto pessoalmente, motivos? Leia mais a frente.
Um dia, dando mais uma chance ao amor, eu tentei reatar com ela. Mas as palavras que me atingiram foram pior do que qualquer merda que eu possa imaginar.
“Eu te considero como um irmão”
Tipo... è sério isso?
Sim, è.
Como se eu sentisse que um buraco negro tivesse surgido no meu peito, um desespero tão grande, a sensação de rir de descrença enquanto chorava.
Era assim que as garotas dispensavam os caras agora?
Um simples não seria menos doloroso do que aquela resposta.
Eu sei que sou um completo babaca, fiz muita merda. Mas aquilo nunca tirou o meu direito de se sentir triste.
O resultado? Eu me afastei completamente dela.
O fim do meu relacionamento me trouxe uma resposta interessante: nada è como você pensa que vai ser.
Talvez, se essa história fosse um simulador de namoro, eu com certeza estaria vivendo o final ruim.
Se eu tivesse tido mais coragem no passado, e me declarado, talvez as coisas teriam sido diferente.
Quem sabe eu estivesse feliz hoje.
O foda disso tudo, foram os problemas familiares que por baixo sempre foderam com a minha mente.
Brigas o tempo todo, ameaça de divórcio, o xingamento pelos colegas, até mesmo ser traído pelo seu melhor amigo, essas coisas fodem com a cabeça de uma criança que nunca teve tantas dificuldades na vida.
(Apenas para avisar, éramos da classe baixa, graças ao meu pai, e ao meu bom Deus, conseguimos ir para a classe média. Mas desde lá de baixo eu já não sofria muito com isso)
Enfim, passaram-se os anos, ela começou a gostar de outras pessoas, e eu de outra pessoa. Um dia, entretanto, quando fui excluir meu facebook, eu encontrei nossas antigas conversas, que me acenderam uma pergunta:
Será que a culpa era minha?
De certa forma, sim. Minhas escolhas nos trouxe até aqui.
Por um bom tempo, eu vivi com aquilo na mente, até tomar coragem para enfim pedir desculpas.
Eu senti que precisava fazer aquilo para conseguir continuar vivendo em paz comigo mesmo.
Após anos, eu conversei com ela novamente. As respostas foram frias, diretas e mais cortantes do que Trimontina, mas eu aguentei.
A minha última conversa com ela, foi pedindo desculpa pelos meus erros. Se ela aceitou? Eu não sei.
Mas eu tentei. Mesmo que isso não viesse me trazer absolutamente nada de bom.
E esse è o final da minha história, sobre o final do meu primeiro relacionamento.
Aprendi com meus erros? Talvez, mas continuou um grande idiota que se esforça em aprender com as próprias merdas.
Mas agora digo isso para você, que está com vergonha de se declarar para seu amor secreto: simplesmente faça isso.
Se declarar pode ser algo difícil, pois você estará literalmente abrindo o seu coração sem a certeza de que será correspondido.
E quem saiba, esteja apenas se preocupando atoa, e tenha sim grandes chances,
Mas vai por mim.
Às vezes, è muito melhor receber um “não”, do que viver um futuro estruturado pela sua falta de coragem em dizer o que sente.
A vida è curta, mas o arrependimento è eterno. Por isso, apenas faça. Vá em frente, e se o garoto ou a garota apenas recusarem, não fique para baixo.
O mundo è feito de pessoas maravilhosas que podem te trazer a lua se você quiser. Basta você ter esperanças e nunca desistir do amor.
Enfim, aqui me despeço, e mais uma vez:
Não queiram viver o final ruim desse simulador de namoro que è a vida amorosa. Vá em frente, e corra atrás do que você quer.
Porque no final, aqueles que não desistem, sempre triunfam.
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2019.03.17 23:30 desabafo123 Como a dependência emocional afetou meu relacionamento

A ideia do meu post é compartilhar como meu relacionamento se desenvolveu e algumas situações que marcaram ele. Não é a intenção necessariamente obter aconselhamento de “o que devo fazer? ”, apesar de que estes serão bem-vindos assim como relato de vocês sobre situações semelhantes. O post é longo pois descreve alguns aspectos que considero importante na compreensão de como a dependência e carência emocional, neste caso unilateral, podem dominar uma relação. A conta é throwaway.
Tenho 27 anos e quase que “sempre namorei”, é assim que os que me conhecem me descrevem. Desde os 18 anos tive 4 namoradas que duraram de 1 a 3 anos. A cerca de 3 anos atrás tive meu maior período solteiro, 1 ano e alguns meses e fui genuinamente feliz nesta fase ainda que no fundo estava afim de encontrar aquela pessoa.
Eu tinha então 25 anos e em uma das muitas noites saindo com os amigos conheci ela, com então 18 anos. Percebi que era alguém que tinha vontade de sair mais vezes, e assim fizemos. Um encontro, depois outro, um final de semana juntos, conheceu meus amigos, inclui ela no meu grupo de amigos, conheceu minha família. Avançando alguns meses e descrevendo nosso namoro em velocidade cruzeiro: Nos víamos quarta à noite e no final de semana (de sexta à noite até domingo à noite), quando ela dormia em casa e passávamos 48h juntos.
O tempo que passávamos juntos presencialmente era praticamente perfeito, fazíamos muitas atividades juntos. Eu sempre procurava algo diferente para fazer, fosse algum passeio, alguma atividade, algum barzinho ou balada nova (adorávamos sair beber juntos, curtir, dançar, se pegar, voltar pra casa meio bêbado e continuar se pegando até dormir), e bastante viagens para o interior ou litoral, sempre ficando em algum hotel ou pousada aproveitando o dia e terminando com jantar romântico, fizemos cerca de 10 destas. Sexo muito bom e fazíamos muito.
Uma dinâmica diferente, porém, acontecia quando estávamos separados, cada um em sua casa. Ela se tornava emotiva, carente e por vezes isso parecia deixa-la ansiosa e ter atitudes grosseiras. Procurava razão nos detalhes para justificar que eu “não amava ela”, “não a tratava como prioridade” e era uma pessoa fria. Essa situação se agravou conforme passava os meses de relacionamento.
As razões que justificavam eu “não amar ela” eram por exemplo: demorar para ver e responder mensagem de whatsapp, esquecer de dar bom dia ou boa noite (o que acontecia se eu tinha uma manhã corrida ou dormia sem querer por estar cansado), eu não aceitar ter que reportar para ela diariamente com quais pessoas da empresa fui almoçar ou precisamente que horas havia saído do trabalho (dizia para ela que estava sendo controladora e possessiva, ela que o mínimo que espera de um namorado é que ele de satisfação).
Era comum, cerca de quase toda semana ela vir discutir por alguma situação desse tipo, dizer que passou o dia chorando, pensava em mim o dia todo e que eu estava nem aí. “Sinto como se eu não tivesse um namorado” ela dizia. Eu realmente havia estado nem aí só porque ela mandou uma mensagem bastante grosseira porque eu dei “bom dia” as 10:30 ao invés de as 9h. Eu pensava que era só um enorme drama por nada e não deixava isso abalar meu dia de trabalho, ela, no entanto passava o dia chorando e me ligava a noite dizendo como que eu poderia amá-la e simplesmente não se importar em quão mal ela estava.
Nossa rotina talvez venha a ser bastante relevante neste contexto. Eu trabalho de 10h a 12h por dia, meu trabalho é dinâmico e inclui reuniões diárias, internas e externas, relacionamento profissional com diversas pessoas e empresas. Moro sozinho fazem 2 anos e sou totalmente independente financeiramente sendo responsável pelo controle de gastos, alocação de investimentos e aperfeiçoamento profissional de forma a vir ganhar mais no futuro. Tenho um grupo de amigos próximos que nos encontramos toda semana. Por não morar mais com meus pais, costumo visita-los uma noite por semana. Também gosto de ter um pouco de tempo sozinho, fazendo outras atividades não produtivas. Ainda assim, se eu observar a semana como um bloco de várias horas, eliminar as horas que estou dormindo e no trabalho, eu passava 75% do tempo com ela, ajeitando nos 25% restantes todas estas outras atividades.
Ela faz faculdade de manhã e vai na academia a tarde, apenas isso. Sobre a faculdade vale ressaltar que quando a conheci no final de 2017 ela fazia um curso, em 2018 resolveu mudar para outro e em 2019 decidiu que faria outro, em uma área e faculdade diferente desta vez. No período de férias ela só vai na academia.
Ela não tinha amigos. Zero. Quando a conheci ela estava junto com uma amiga e pareciam bastante próximas. Em cerca de um mês ela se afastou desta amiga e desde então nunca ouvi dizer algo como “vou visitar fulana”, “fulana me convidou para jantar”, “vou no aniversário de fulano” etc. Não sei o nome de nenhum amigo dela porque nunca ouvi falar da existência de algum.
Até mesmo da família dela se afastou, eles eram uma equipe de esporte juntos e participavam de alguns campeonatos. Logo que nos conhecemos ela abiu mão de ir na próxima etapa e tiveram que a substituí-la. Ela inclusive não me dizia sobre alguns eventos que a família dela nos convidava, algum tempo depois eles começaram a me chamar diretamente e justificativa dela para não querer ir era que “o final de semana era nosso tempo de ficar juntos”.
Diante destas situações e mesmo envolvido no relacionamento percebia que algumas coisas não estavam certas. Minha atitude era motivá-la a sair, conhecer novas pessoas, buscar novos hobbies, buscar desenvolvimento acadêmico/profissional para no futuro ter um estágio legal, etc. Esta minha postura foi inclusive mal percebida. Segundo ela, enquanto ela estava lutando pelo casal, para ficar mais juntos, eu estava lutando para que ela achasse distrações e nos afastasse, e ainda, que a ausência de ciúmes da minha parte fazia parecer que eu não a amava.
A essa altura é possível se perguntar porque eu aguentava isso. O que acontecia é que eu dava pouca importância as crises e carências exageradas, me distraindo com as outras responsabilidades da vida. Ao mesmo tempo eu dava bastante importância ao tempo que passávamos juntos no final de semana, que era de bastante proximidade e atividades legais. Achava também que eu mantendo essa postura de não entregar atenção quando vinha com crises e grosserias, e incentivá-la para assumir novas responsabilidades na vida a situação tenderia a melhorar. Mas aconteceu justamente o contrário, e com o avançar da relação ela buscava justificativas ainda mais estranhas para dizer que eu “não amava ela”.
1 ano e meio de relação e ela pede para conversar, vem até minha casa e diz que quer terminar. As justificativas como pode imaginar são “eu nunca senti que você me ama”, “me sinto sozinha durante a semana e você parece não se importar”, “nunca ganhei flores ou presentes fora de época”, “você não posta fotos nossas ou declarações de amor públicas” e por fim “não posso mais perder tempo com alguém que não me ama, preciso estar com alguém que me ama de verdade”.
2 semanas depois estava postando fotos com outro cara. Declarações de “como sou feliz de conhecer alguém que me ame de verdade” e postando um buque de flores que havia ganhado dele.
Procurou inclusive uma amiga minha que eu apresentei a ela para dizer como estava feliz no novo namoro, como ele era perfeito e dava toda a atenção que eu não dava. Que ele assume ela (assumir no contexto dela é postar coisas em rede social). Que não sabia como aguentou tanto tempo se dedicando para uma pessoa que não a tratava como prioridade. Que o fato de eu não correr atrás dela após o término simbolizada a minha ausência de sentimento.
Já passou uns meses e estou bem resolvido com essa situação, sigo a vida normalmente. No entanto passei um bom tempo intrigado com o que aconteceu, pesquisando e refletindo. Hoje levo comigo a conclusão que o que ela experimentou não foi amor de verdade, certamente não um amor maduro e que direciona ambos para o crescimento pessoal e conjunto. Eu apenas supria a dependência e carência emocional dela.
Com o tempo ela precisou de doses ainda maiores de atenção para se sentir satisfeita e preencher o vazio que ela mesma criou, e na iminência de prejudicar outros aspectos da minha vida eu restringia a apenas o que eu citei, trocas de mensagens diárias e finais de semana incríveis, respeitando minha individualidade nos momentos que eu precisava. Bastou então surgir outra pessoa despejando atenção para fazer mais sentido sob o ponto de vista dela transferir o foco de atenção e carência para alguém que “a ama de verdade”.
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